O procurador federalista Jonathan Mariano protocolou, nesta terça-feira, 30, uma ação popular para impedir a presença de “ex-traficantes” na audiência pública sobre saidinhas. A reunião acontecerá na próxima sexta-feira, 3, na Parlamento Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
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A ação foi protocolada junto à Vara de Herdade Pública da Comarca do Estado do Rio de Janeiro. A audiência pública em questão foi convocada pelo deputado estadual Carlos Minc (PSB-RJ). O objetivo é debater o “término das saidinhas” de presos em datas comemorativas.
No entanto, o que causou revolta no procurador foi a participação de três “ex-traficantes”, chamados de “ex-bandidões” pelo próprio deputado.
Leia também: “CNBB defende manutenção de veto de Lula ao término das ‘saidinhas’”
Para Mariano, a convocação desses criminosos representa um “meandro de finalidade”. Aliás, ele diz que há uma “clara violação à moralidade administrativa”.
Leia mais: “Secretário de Segurança de SP vai a Brasília escoltar votação de veto às ‘saidinhas’”
Ele argumenta que a presença dos chamados “ex-traficantes” na audiência pública não contribui para o debate técnico e democrático, esperado em um envolvente parlamentar.
“Colocar criminosos dentro da Alerj para debater medidas tomadas pelo Congresso Vernáculo para melhorar a segurança pública é um vaia”, afirma Mariano. “O PSB, partido do deputado Minc, não quer o muito da segurança pública do Rio. Primeiro, foi a ADPF das favelas que impediu as operações policiais. Agora, quer colocar bandido dentro da Morada do Povo para debater segurança pública. Isso é um contraditório.”
Aliás, o procurador destaca que permitir a participação dessas pessoas na Alerj é uma sufocação à moral pública. Também compromete a credibilidade da instituição perante a população.
Deputado Carlos Minc tenta justificar a presença de “ex-traficantes” na audiência pública

Segundo Minc, o objetivo de invocar os “ex-traficantes” é mostrar que medidas uma vez que a “saidinha” são “importantes para que criminosos possam se reinserir na sociedade”.
Recentemente, essa norma foi extinta por lei aprovada no Congresso Vernáculo. Entretanto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a proibição das “saidinhas”, por questões “humanitárias”.
Leia também: “Lewandowski diz que Congresso é ‘punitivista’ e visa a ‘encarceramento exacerbado’”
O procurador federalista Jonathan Mariano protocolou, nesta terça-feira, 30, uma ação popular para impedir a presença de “ex-traficantes” na audiência pública sobre saidinhas. A reunião acontecerá na próxima sexta-feira, 3, na Parlamento Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
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A ação foi protocolada junto à Vara de Herdade Pública da Comarca do Estado do Rio de Janeiro. A audiência pública em questão foi convocada pelo deputado estadual Carlos Minc (PSB-RJ). O objetivo é debater o “término das saidinhas” de presos em datas comemorativas.
No entanto, o que causou revolta no procurador foi a participação de três “ex-traficantes”, chamados de “ex-bandidões” pelo próprio deputado.
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Ele argumenta que a presença dos chamados “ex-traficantes” na audiência pública não contribui para o debate técnico e democrático, esperado em um envolvente parlamentar.
“Colocar criminosos dentro da Alerj para debater medidas tomadas pelo Congresso Vernáculo para melhorar a segurança pública é um vaia”, afirma Mariano. “O PSB, partido do deputado Minc, não quer o muito da segurança pública do Rio. Primeiro, foi a ADPF das favelas que impediu as operações policiais. Agora, quer colocar bandido dentro da Morada do Povo para debater segurança pública. Isso é um contraditório.”
Aliás, o procurador destaca que permitir a participação dessas pessoas na Alerj é uma sufocação à moral pública. Também compromete a credibilidade da instituição perante a população.
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Segundo Minc, o objetivo de invocar os “ex-traficantes” é mostrar que medidas uma vez que a “saidinha” são “importantes para que criminosos possam se reinserir na sociedade”.
Recentemente, essa norma foi extinta por lei aprovada no Congresso Vernáculo. Entretanto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a proibição das “saidinhas”, por questões “humanitárias”.
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