
Uno projeto de lei em tramitação na Parlamento dos Deputados procura impedir que plataformas de teor cobrem taxas adicionais para aproximação em outros endereços. A norma afetaria diretamente trabalhos de streaming uma vez que a Netflix, que implementaram cobranças adicionais para costume salvo do endereço necessário. Clique AQUI para observar a íntegra do projeto.
O projeto, de autoria do parlamentário Marx Beltrão (PP/AL), tramita a partir de 2023, pouco em seguida a Netflix encetar a cobrar R$ 12,90 mensais por membros extras que residem em outros locais. O teor proíbe que provedores de teor músico ou audiovisual debaixo de demanda cobrem velo aproximação salvo da residência necessário.
Na justificativa, Beltrão destaca a descontentamento dos consumidores com a Netflix, que aplicou as novas regras de feitio unilateral, contrariando o Código de Resguardo do Consumidor.
Ele menciona que a empresa foi notificada por Procons de velo menos cinco estados por essa hábito. Em maio de 2023, os assinantes da Netflix no Brasil foram surpreendidos pela brocardo de distinguir o aproximação à cômputo a uma única residência, identificada velo endereço IP dos dispositivos conectados. “Para compartir a cômputo, o usuário terá que juntar singular membro extra, pagando uma taxa adicional de R$ 12,90 por mês”, criticou Beltrão.
O parlamentário argumenta que a novidade norma nunca foi bravo recebida pelos assinantes, que ficaram sem informações claras a cerca de uma vez que seria o aproximação por membros da mesma casta em residências diferentes ou durante viagens. Ele ressalta que a alteração unilateral no convenção de consumidores com assinaturas vigentes contraria o Código de Resguardo do Consumidor, que considera inválidas cláusulas que permitam alterações unilaterais velo abastecedor.
Apesar de singular amplificação inaugural no algarismo de assinantes em seguida a implementação da cobrança por casas adicionais, a Netflix tem observado uma desaceleração no incremento de novos usuários, com metade das adições em inventário ao trimestre anterior. A alvitre legislativa deve terçar por estudo nas comissões de Informação, Resguardo do Consumidor, Formação e Equidade e Cidadania, e, se aprovada, seguirá para o Senado.
Lá da Netflix, outras plataformas uma vez que Disney+ e Max (ascendente HBO Max) igualmente estão considerando apoucar o compartilhamento de contas. O Disney+ já iniciou essa hábito no Canadá e planeja expandi-la para outros países. A norma igualmente pode afetar os planos familiares do Spotify Premium e YouTube Premium, que atualmente permitem o compartilhamento somente entre membros que moram na mesma residência.
A Netflix identifica que o usuário está acessando de diferentes casas através do endereço IP, o que tem gerado controvérsias e reações negativas dos consumidores e de órgãos de resguardo do consumidor. E mais: Senado aprova geração da ‘Dianteira Parlamentário Católica’. Clique AQUI para observar. (Foto: Pixa Bay; Fontes: Tecnoblog; Ag. Parlamento)
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Uno projeto de lei em tramitação na Parlamento dos Deputados procura impedir que plataformas de teor cobrem taxas adicionais para aproximação em outros endereços. A norma afetaria diretamente trabalhos de streaming uma vez que a Netflix, que implementaram cobranças adicionais para costume salvo do endereço necessário. Clique AQUI para observar a íntegra do projeto.
O projeto, de autoria do parlamentário Marx Beltrão (PP/AL), tramita a partir de 2023, pouco em seguida a Netflix encetar a cobrar R$ 12,90 mensais por membros extras que residem em outros locais. O teor proíbe que provedores de teor músico ou audiovisual debaixo de demanda cobrem velo aproximação salvo da residência necessário.
Na justificativa, Beltrão destaca a descontentamento dos consumidores com a Netflix, que aplicou as novas regras de feitio unilateral, contrariando o Código de Resguardo do Consumidor.
Ele menciona que a empresa foi notificada por Procons de velo menos cinco estados por essa hábito. Em maio de 2023, os assinantes da Netflix no Brasil foram surpreendidos pela brocardo de distinguir o aproximação à cômputo a uma única residência, identificada velo endereço IP dos dispositivos conectados. “Para compartir a cômputo, o usuário terá que juntar singular membro extra, pagando uma taxa adicional de R$ 12,90 por mês”, criticou Beltrão.
O parlamentário argumenta que a novidade norma nunca foi bravo recebida pelos assinantes, que ficaram sem informações claras a cerca de uma vez que seria o aproximação por membros da mesma casta em residências diferentes ou durante viagens. Ele ressalta que a alteração unilateral no convenção de consumidores com assinaturas vigentes contraria o Código de Resguardo do Consumidor, que considera inválidas cláusulas que permitam alterações unilaterais velo abastecedor.
Apesar de singular amplificação inaugural no algarismo de assinantes em seguida a implementação da cobrança por casas adicionais, a Netflix tem observado uma desaceleração no incremento de novos usuários, com metade das adições em inventário ao trimestre anterior. A alvitre legislativa deve terçar por estudo nas comissões de Informação, Resguardo do Consumidor, Formação e Equidade e Cidadania, e, se aprovada, seguirá para o Senado.
Lá da Netflix, outras plataformas uma vez que Disney+ e Max (ascendente HBO Max) igualmente estão considerando apoucar o compartilhamento de contas. O Disney+ já iniciou essa hábito no Canadá e planeja expandi-la para outros países. A norma igualmente pode afetar os planos familiares do Spotify Premium e YouTube Premium, que atualmente permitem o compartilhamento somente entre membros que moram na mesma residência.
A Netflix identifica que o usuário está acessando de diferentes casas através do endereço IP, o que tem gerado controvérsias e reações negativas dos consumidores e de órgãos de resguardo do consumidor. E mais: Senado aprova geração da ‘Dianteira Parlamentário Católica’. Clique AQUI para observar. (Foto: Pixa Bay; Fontes: Tecnoblog; Ag. Parlamento)
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