PT em Curitiba enfrenta dilema sobre apoio a deputado do PSB que votou por impeachment

O Partido dos Trabalhadores (PT) vive um impasse em relação à corrida eleitoral em Curitiba. Uma parcela dos petistas na capital paranaense resiste em estribar a candidatura do deputado federalista Luciano Ducci (PSB). A escolha seria lançar um nome do PT para a disputa.

Essa subdivisão é motivada pelas conexões passadas de Ducci com o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Ou por outra, o deputado votou em prol do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Leia mais: “PT assina consonância com Partido Comunista de Cuba”

A decisão de Ducci levanta questionamentos sobre sua trajetória política e sua capacidade de unir forças dentro da esquerda.

Diretoria pátrio do PT apoia associação com Luciano Ducci em Curitiba

Em contrapartida, o comando pátrio petista já sinalizou que prefere a associação com o deputado federalista. A diretoria do PT avalia Ducci uma vez que um nome com mais potencial nas urnas entre as possibilidades do campo da centro-esquerda.

A presidente pátrio do PT, a deputada federalista Gleisi Hoffmann, afirmou que uma definição deve transpor no início de maio.

Ou por outra, ela defende a associação com o colega do PSB. Nesse sentido, a líder petista afirma que o suporte faz secção de uma estratégia de reconstrução e fortalecimento de um “campo democrático” no país.

Leia também: “Ministro de Lula diz que MST bota iguaria na mesa do brasiliano”

“Se o critério for esse [voto a favor do impeachment], aí eu não posso estribar ninguém do PSB, que fechou posição na era”, declarou Gleisi. “Geraldo Alckmin também foi nossa oposição e hoje é vice do Lula. Marta Suplicy também votou contra Dilma.”

Além de Alckmin, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem outros ministros que apoiaram publicamente o processo de impeachment de Dilma. Em poucos anos, André Fufuca (Esporte), Juscelino Rebento (Comunicações), André de Paula (Pesca), Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), Marina Silva (Meio Envolvente), Carlos Fávaro (Cultivação e Pecuária) e José Múcio (Resguardo) foram de opositores do petismo a “companheiros” do atual presidente da República.

Luciano Ducci foi vice de Beto Richa (PSDB) na Prefeitura de Curitiba. Ele comandou o Executivo da capital paranaense a partir da repúdio do tucano para disputar o governo paranaense, em 2010. Agora, o socialista tentará voltar ao função de prefeito.

Pré-candidatos do PT e cenário eleitoral em Curitiba

Além do deputado federalista Luciano Ducci, dois integrantes do PT se colocam uma vez que pré-candidatos à Prefeitura de Curitiba: os deputados federais Carol Dartora e Zeca Dirceu.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

O histórico eleitoral do PT na cidade demonstra um cenário provocador, com a última vez competitiva em 2004, quando Angelo Vanhoni foi derrotado no segundo vez. Em 2020, o partido registrou uma roteiro expressiva ao ocupar o oitavo lugar na disputa, com somente 2,46% dos votos.

YouTube video

Enquanto isso, aproximadamente dez partidos já têm seus pré-candidatos na capital paranaense, com o grupo no poder apostando no atual vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD). Ele tem o respaldo do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).



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O Partido dos Trabalhadores (PT) vive um impasse em relação à corrida eleitoral em Curitiba. Uma parcela dos petistas na capital paranaense resiste em estribar a candidatura do deputado federalista Luciano Ducci (PSB). A escolha seria lançar um nome do PT para a disputa.

Essa subdivisão é motivada pelas conexões passadas de Ducci com o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Ou por outra, o deputado votou em prol do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

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A decisão de Ducci levanta questionamentos sobre sua trajetória política e sua capacidade de unir forças dentro da esquerda.

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Em contrapartida, o comando pátrio petista já sinalizou que prefere a associação com o deputado federalista. A diretoria do PT avalia Ducci uma vez que um nome com mais potencial nas urnas entre as possibilidades do campo da centro-esquerda.

A presidente pátrio do PT, a deputada federalista Gleisi Hoffmann, afirmou que uma definição deve transpor no início de maio.

Ou por outra, ela defende a associação com o colega do PSB. Nesse sentido, a líder petista afirma que o suporte faz secção de uma estratégia de reconstrução e fortalecimento de um “campo democrático” no país.

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Além de Alckmin, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem outros ministros que apoiaram publicamente o processo de impeachment de Dilma. Em poucos anos, André Fufuca (Esporte), Juscelino Rebento (Comunicações), André de Paula (Pesca), Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), Marina Silva (Meio Envolvente), Carlos Fávaro (Cultivação e Pecuária) e José Múcio (Resguardo) foram de opositores do petismo a “companheiros” do atual presidente da República.

Luciano Ducci foi vice de Beto Richa (PSDB) na Prefeitura de Curitiba. Ele comandou o Executivo da capital paranaense a partir da repúdio do tucano para disputar o governo paranaense, em 2010. Agora, o socialista tentará voltar ao função de prefeito.

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