
O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), protocolou na segunda-feira (3) uma representação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a abertura de um inquérito contra o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). O parlamentar acusa o chefe do Executivo fluminense de traição e atentado à soberania nacional.
A reclamação de Lindbergh é que Castro enviou à Embaixada dos Estados Unidos documentos que detalham a atuação do Comando Vermelho, solicitando que o grupo criminoso fosse reconhecido pelo governo americano como uma organização terrorista.
O deputado afirma ainda que o governador entregou os mesmos relatórios à Agência Antidrogas dos EUA (DEA) durante uma viagem oficial realizada em maio. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo.
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O Banco Central (BC) informou que ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!
“O que é grave é que isso foi feito à revelia do governo brasileiro. Foi uma articulação por fora para que o governo norte-americano unilateralmente designasse as organizações criminosas como terroristas”, declarou Lindbergh em vídeo publicado no X (antigo Twitter).
O líder petista também questionou a efetividade da medida no combate ao crime organizado. “Não muda nada, não aumenta a pena em nenhum dia, a única coisa que faz é abrir espaço para sanções e para uma intervenção estrangeira em nosso País”, afirmou. Segundo ele, a iniciativa pode gerar bloqueio de ativos e reservas brasileiras no exterior.
Na representação, o PT pede que o STF solicite os relatórios trocados entre o governo do Rio e autoridades norte-americanas, determine o afastamento preventivo de Cláudio Castro e acione a Abin e a Controladoria-Geral da União para preservar dados sensíveis e investigar eventual vazamento de informações estratégicas.
Lindbergh também usou as redes sociais para criticar o projeto de lei “antiterrorismo” apresentado pela oposição e a possibilidade de que ele seja incorporado à proposta antifacção do governo.
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“Uma coisa não tem nada a ver com a outra. O PL do deputado Danilo Forte (União-CE) equipara fenômenos distintos como facções e terroristas, e na prática propõe exatamente federalizar o tráfico de drogas no Brasil, o que retira dos Estados a responsabilidade e transfere tudo para a União, como se os governadores pudessem ‘terceirizar’ o combate às facções”, escreveu.
O petista acrescentou que o projeto “não contribui em nada para o combate ao crime organizado e tampouco com a segurança concreta das pessoas”.
Na semana passada, Lindbergh já havia acionado o Supremo contra o governador, acusando-o de tentar ‘interferir nas apurações’ da Operação Carbono Oculto e de proteger suspeitos ligados à Refit. Ele pede a abertura de inquérito, a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico de Castro, além do afastamento cautelar do cargo. (Foto: reprodução; Fonte: UOL)
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O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), protocolou na segunda-feira (3) uma representação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a abertura de um inquérito contra o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). O parlamentar acusa o chefe do Executivo fluminense de traição e atentado à soberania nacional.
A reclamação de Lindbergh é que Castro enviou à Embaixada dos Estados Unidos documentos que detalham a atuação do Comando Vermelho, solicitando que o grupo criminoso fosse reconhecido pelo governo americano como uma organização terrorista.
O deputado afirma ainda que o governador entregou os mesmos relatórios à Agência Antidrogas dos EUA (DEA) durante uma viagem oficial realizada em maio. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo.
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“O que é grave é que isso foi feito à revelia do governo brasileiro. Foi uma articulação por fora para que o governo norte-americano unilateralmente designasse as organizações criminosas como terroristas”, declarou Lindbergh em vídeo publicado no X (antigo Twitter).
O líder petista também questionou a efetividade da medida no combate ao crime organizado. “Não muda nada, não aumenta a pena em nenhum dia, a única coisa que faz é abrir espaço para sanções e para uma intervenção estrangeira em nosso País”, afirmou. Segundo ele, a iniciativa pode gerar bloqueio de ativos e reservas brasileiras no exterior.
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