Rio: ex-presidente da Alerj é alvo de operação contra caça-níqueis

Integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco-MPRJ) cumpriram, na manhã desta sexta-feira (25/7), seis mandados de busca e apreensão em endereços de Saquarema, na Região dos Lagos, contra suspeitos de integrarem uma organização criminosa voltada à exploração de caça-níqueis. Um ex-deputado foi alvo da operação.

A ação contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI-MPRJ). Batizada de Operação Sete da Sorte, a investigação teve início após uma denúncia que liga o ex-deputado Paulo Melo ao esquema, por meio do arrendamento de diversas máquinas caça-níqueis para exploração em uma rede de bares da cidade.

O objetivo dos promotores é apreender dispositivos eletrônicos e documentos relacionados à prática de jogos de azar, visando aprofundar as apurações. O Metrópoles apurou que foram encontradas quantias em dinheiro com o ex-deputado — cuja origem será investigada pelos promotores. O aparelho celular de Melo também foi apreendido.

Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara de Organização Criminosa da Capital. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do ex-parlamentar.

1 de 3Fabio Motta/Estadão Conteúdo
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RJ 14/11/2017 POLÍTICA / LAVA JATO/ OPERAÇÃO CADEIA VELHA – Chegada do Deputado Estadual Paulo Melo à sede da Polícia Federal para condução coercitiva, na manhã desta terça-feira, 14. A Operação Cadeia Velha, uma referência ao prédio histórico da Alerj, é um desdobramento da Lava Jato no Rio e foi desencadeada a partir da Operação Ponto Final, que investiga desvios de verba no transporte público do estado e que contava com a atuação de políticos do estado. FOTO FABIO MOTTA/ESTADÃO

Fabio Motta/Estadão

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RJ 14/11/2017 POLÍTICA / LAVA JATO/ OPERAÇÃO CADEIA VELHA – Chegada do Deputado Estadual Paulo Melo à sede da Polícia Federal para condução coercitiva, na manhã desta terça-feira, 14. A Operação Cadeia Velha, uma referência ao prédio histórico da Alerj, é um desdobramento da Lava Jato no Rio e foi desencadeada a partir da Operação Ponto Final, que investiga desvios de verba no transporte público do estado e que contava com a atuação de políticos do estado. FOTO FABIO MOTTA/ESTADÃO

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Processos

Paulo Melo é ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ele foi condenado no âmbito da Operação Cadeia Velha, da Lava Jato fluminense, mas teve a sentença anulada em 2022. O ex-deputado chegou a ser preso, mas foi solto em março de 2020.

No caso relacionado à Lava Jato, Melo foi acusado de receber propina de empresas de ônibus em troca da aprovação de leis de interesse do setor. Ele chegou a ser condenado a 12 anos de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).



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Integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco-MPRJ) cumpriram, na manhã desta sexta-feira (25/7), seis mandados de busca e apreensão em endereços de Saquarema, na Região dos Lagos, contra suspeitos de integrarem uma organização criminosa voltada à exploração de caça-níqueis. Um ex-deputado foi alvo da operação.

A ação contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI-MPRJ). Batizada de Operação Sete da Sorte, a investigação teve início após uma denúncia que liga o ex-deputado Paulo Melo ao esquema, por meio do arrendamento de diversas máquinas caça-níqueis para exploração em uma rede de bares da cidade.

O objetivo dos promotores é apreender dispositivos eletrônicos e documentos relacionados à prática de jogos de azar, visando aprofundar as apurações. O Metrópoles apurou que foram encontradas quantias em dinheiro com o ex-deputado — cuja origem será investigada pelos promotores. O aparelho celular de Melo também foi apreendido.

Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara de Organização Criminosa da Capital. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do ex-parlamentar.

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Processos

Paulo Melo é ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ele foi condenado no âmbito da Operação Cadeia Velha, da Lava Jato fluminense, mas teve a sentença anulada em 2022. O ex-deputado chegou a ser preso, mas foi solto em março de 2020.

No caso relacionado à Lava Jato, Melo foi acusado de receber propina de empresas de ônibus em troca da aprovação de leis de interesse do setor. Ele chegou a ser condenado a 12 anos de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).

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