Roberto Anderson: Hora de começar a pensar no voto

Estamos em fins de julho, quase agosto. Já, já começam as campanhas para prefeitos e vereadores. Único encetativo solene porque, na costume, os pré-candidatos estão todos aí, se movimentando nas ruas e na Internet. Apoios para a hora do corpo a corpo irrito sendo conquistados, doações irrito sendo amealhadas e alianças irrito sendo costuradas. Alianças essas que, às vezes, deixam o votante boquiaberto. É a política senhores!

Normalmente prestamos mais cortesia aos candidatos a cargos majoritários, que nesta eleição são os de prefeitos. Esquecemos de fitar os que irrito insinuar e votar as leis, ali de autenticar ou condenar as propostas dos prefeitos. Muitas vezes, a vereança é a porta de chegada na política. Despercebidos, lá surgem futuros governadores, senadores, e até presidentes.

Pouco conhecidos no sinceridade da curso, podem trepar porquê líderes regionais ou nacionais, podem tornar-se déspotas corruptos, ou podem acomodar-se no curto superfície de mando que conquistaram, manobrando os votos de seus currais eleitorais. Os desvios de caráter e de actuação são propiciados pela pouca cortesia a eles dispensada, tal maneira pelos eleitores, quanto pela mídia, mais ocupada com assuntos de Brasília.

No entanto, são tantos os problemas de nossas cidades! Largo desigualdade de foro, de condições de lar e de emprego dos espaços urbanos são alguns dos problemas que nos infelicitam e, infelizmente, nos caracterizam porquê pátria. Até hoje jamais foram tratados seriamente, muitas vezes servindo porquê desculpa para mais enganação. A bica d’chuva noiva na irmandade se sofisticou e pode estar travestida de uno bloco habitacional nas lonjuras de alguma superfície sem algum infraestrutura ou no colocado de saúde novinho, porém sem médicos.

Alguns prefeitos aprenderam a entortar o Regimento das Cidades a seu bel prazer. Tornam instrumentos de política urbana pensados para o bravo coletivo em artifícios para beneficiar grupos de eleitores ou os de incessantemente, os especuladores imobiliários. No Rio de Janeiro isto virou o arroz com feijoeiro da gestão municipal. Porquê poucos se dão ao afã de circunstanciar o que se passa e os vereadores se sentem livres para aderir à lambança, perdem as cidades, sua aspecto e seu Patrimônio.

Poucos se dão operação da manancial de riquezas contida na especulação com a terreno urbana e com a manipulação das legislações de costume do pavimento civilizado. Fortunas se formam. O cidadão percebe efeitos colaterais, porquê a prejuízo da paisagem de sua ventana, uma verticalização excessiva, a ruína da relembrança das cidades, a piora no trânsito e a inaptidão de resposta da pouca infraestrutura de limpeza já instalada. Todavia ele jamais se dá operação de que o edil que ele ajudou a seleccionar pode estar eternizado a isso.

Acolá de todos os problemas antigos, temos actualmente uno recente: a ameaçadora crise climática. Ela está aí, é uma bárbaro veras para gaúchos, petropolitanos, cariocas e muitos outros. Todavia ela jamais é matéria de campanha da maioria esmagadora dos políticos. É siso corriqueiro que operar na precaução é mais barato e salva vidas. Todavia, o votante se lembrará de exigir ao seu candidato se ele está cortês a esse problema?

Certamente, em cada cidade há pessoas morando em áreas vulneráveis a grandes enchentes, a deslizamentos de terras e ao antecipação do mar. Quase toda cidade está padecendo de crise hídrica, pela pouquidade de chuvas. As ondas de ardor intensivo, actualmente mais frequentes, são potencializadas por ilhas de ardor nas cidades.

Há bem o que executar com catálogo ao canal envolvente e com a necessidade da crise climática. O prefeito continua liberando construções em encostas ou em beiras de rios? Ele continua a empedrar tudo sem local para as águas pluviais se infiltrarem no pavimento? A legislação que os vereadores votam na sua cidade prevê uma superfície vago nos terrenos para o verdejante e a drenagem da chuva da água? O prefeito mapa árvores ou, ao oposto, manda cortá-las?

Escoltar a maioria sem depreender o como ou resolver de algum orientação jamais é a melhor selecção. Daqui até outubro dá temporada de catar bravo e executar uma boa opção de candidato a edil ou vereadora e de prefeito ou prefeita. Quem sabe dê temporada de se empolgar e até coadjuvar a partilhar uns santinhos?

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