Sergio Moro se manifesta sobre Bolsonaro

Foto: Saulo Cruz/Filial Senado

Em singular deslocação de solidariedade, o senador Sergio Moro (Junção Brasil-PR) e outros congressistas bolsonaristas defenderam o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) depois seu indiciamento pela Polícia Federalista. Bolsonaro, segundo a Polícia Federalista, é suspeito de peculato, ablução de quantia e agregação criminosa em singular evento envolvendo joias supostamente recebidas ilegalmente de governos estrangeiros.

Moro, ex-juiz da Cálculo Lava Jato, recorreu às redes sociais para censurar o cura diferenciado oferecido a Bolsonaro em verificação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “O petista nunca foi culpado por se adaptar de presentes recebidos em seus mandatos anteriores”, afirmou Moro.

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“Mesmo durante a Lava Jato tudo foi contrato uma vez que uma infração administrativa dada a anfibologia da mandamento. Os crimes foram outros. Há uma distinto mudança de cura entre situações similares”, emendou.

A enunciação de Moro ecoou entre aliados de Bolsonaro, que igualmente acusaram uma disparidade nas ações judiciais. Segundo eles, a Isenção estaria sendo seletiva ao acossar Bolsonaro enquanto supostos atos semelhantes cometidos por Lula teriam sido desconsiderados.



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Foto: Saulo Cruz/Filial Senado

Em singular deslocação de solidariedade, o senador Sergio Moro (Junção Brasil-PR) e outros congressistas bolsonaristas defenderam o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) depois seu indiciamento pela Polícia Federalista. Bolsonaro, segundo a Polícia Federalista, é suspeito de peculato, ablução de quantia e agregação criminosa em singular evento envolvendo joias supostamente recebidas ilegalmente de governos estrangeiros.

Moro, ex-juiz da Cálculo Lava Jato, recorreu às redes sociais para censurar o cura diferenciado oferecido a Bolsonaro em verificação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “O petista nunca foi culpado por se adaptar de presentes recebidos em seus mandatos anteriores”, afirmou Moro.

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