Síndico e filho seguem presos após custódia por morte de corretora

O síndico Cleber Rosa de Oliveira e o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, presos pela morte da corretora Daiane Alves de Souza, em Caldas Novas (GO), tiveram as prisões mantidas após audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (29/1), em Goiânia.

Ao Metrópoles, o Ministério Público (MP) afirmou que durante a audiência ficou demonstrado que os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, “sendo que nenhum dos investigados relatou qualquer tipo de abuso, ilegalidade ou coação por parte dos agentes públicos que participaram da operação”. Com isso, a prisão foi homologada e os custodiados seguem presos.

Cleber confessou à Polícia Civil o assassinato de Daiane, que estava desaparecida desde 17 de dezembro do ano passado. Segundo a investigação, foi o próprio síndico quem levou os policiais até uma área de mata onde o corpo da corretora havia sido deixado. No local, o corpo foi encontrado em estágio avançado de decomposição.

O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.
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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

Jucimar de Sousa / METRÓPOLES
@jucimardesousa_foto

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O Metrópoles entrou em contato com a defesa de Cleber e Maicon. O espaço segue aberto para futuras manifestações.

Síndico confessou crime

O síndico foi preso na madrugada de quarta-feira (28/1), investigado por homicídio. No mesmo dia, o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de participação no crime. Ao chegar à delegacia, Cleber afirmou que o filho “não fez nada”.

A Polícia Civil também conduziu coercitivamente o porteiro do condomínio onde Daiane morava e trabalhava, cuidando de apartamentos da família do síndico, para prestar esclarecimentos. Os investigadores apuram o grau de envolvimento de cada pessoa no caso.

Em depoimento, Cleber afirmou que matou Daiane após uma discussão no subsolo do prédio, no dia 17 de dezembro do ano passado, data em que a corretora foi vista pela última vez. Ele disse que agiu sozinho e que, após o crime, colocou o corpo na carroceria de sua picape e deixou o condomínio.

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Corretora foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025
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Corretora foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025

Reprodução

Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas
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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas

Reprodução/ Redes Sociais

Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas

Divulgação/ PCGO

Síndico mostra à polícia onde o corpo foi escondido
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Síndico mostra à polícia onde o corpo foi escondido

Reprodução/PCGO

Essa versão, no entanto, contradiz o primeiro depoimento do síndico. Inicialmente, ele afirmou que não havia saído do prédio naquela noite. Imagens de câmeras de segurança já analisadas pela polícia mostram Cleber deixando o condomínio por volta das 20h do dia do desaparecimento, dirigindo o veículo citado.

Daiane desapareceu após descer ao subsolo do edifício para verificar uma queda de energia em seu apartamento. Câmeras de segurança registraram a corretora entrando no elevador e conversando com o porteiro sobre o problema. Em seguida, há um intervalo de cerca de dois minutos nas gravações, justamente no momento em que ela retorna ao subsolo. Não há imagens que mostrem a vítima saindo do prédio ou voltando para casa.

Outro ponto considerado relevante pela investigação é que Daiane costumava gravar vídeos de seus deslocamentos e enviá-los a uma amiga. Um desses registros, feito no subsolo, nunca foi entregue.

No dia do desaparecimento, a corretora vestia roupas simples, deixou a porta do apartamento destrancada e não levou pertences pessoais. Ela tinha viagem marcada para Uberlândia (MG) no período do Natal, mas não embarcou e não manteve contato com familiares após aquela manhã.

Após semanas sem qualquer sinal de vida, o caso passou a ser tratado como homicídio. As prisões ocorreram depois de oitivas, análises técnicas e cruzamento de dados realizados por uma força-tarefa da Polícia Civil.



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O síndico Cleber Rosa de Oliveira e o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, presos pela morte da corretora Daiane Alves de Souza, em Caldas Novas (GO), tiveram as prisões mantidas após audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (29/1), em Goiânia.

Ao Metrópoles, o Ministério Público (MP) afirmou que durante a audiência ficou demonstrado que os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, “sendo que nenhum dos investigados relatou qualquer tipo de abuso, ilegalidade ou coação por parte dos agentes públicos que participaram da operação”. Com isso, a prisão foi homologada e os custodiados seguem presos.

Cleber confessou à Polícia Civil o assassinato de Daiane, que estava desaparecida desde 17 de dezembro do ano passado. Segundo a investigação, foi o próprio síndico quem levou os policiais até uma área de mata onde o corpo da corretora havia sido deixado. No local, o corpo foi encontrado em estágio avançado de decomposição.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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O síndico Cléber Rosa Oliveira, de 49 anos, e o filho, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27, suspeitos pela morte da corretora Daiane Alves, chegam à delegacia de capturas para serem ouvidos.

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O Metrópoles entrou em contato com a defesa de Cleber e Maicon. O espaço segue aberto para futuras manifestações.

Síndico confessou crime

O síndico foi preso na madrugada de quarta-feira (28/1), investigado por homicídio. No mesmo dia, o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de participação no crime. Ao chegar à delegacia, Cleber afirmou que o filho “não fez nada”.

A Polícia Civil também conduziu coercitivamente o porteiro do condomínio onde Daiane morava e trabalhava, cuidando de apartamentos da família do síndico, para prestar esclarecimentos. Os investigadores apuram o grau de envolvimento de cada pessoa no caso.

Em depoimento, Cleber afirmou que matou Daiane após uma discussão no subsolo do prédio, no dia 17 de dezembro do ano passado, data em que a corretora foi vista pela última vez. Ele disse que agiu sozinho e que, após o crime, colocou o corpo na carroceria de sua picape e deixou o condomínio.

Síndico e filho seguem presos após custódia por morte de corretora - destaque galeria

Corretora foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025
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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas
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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas

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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas

Divulgação/ PCGO

Síndico mostra à polícia onde o corpo foi escondido
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Síndico mostra à polícia onde o corpo foi escondido

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Essa versão, no entanto, contradiz o primeiro depoimento do síndico. Inicialmente, ele afirmou que não havia saído do prédio naquela noite. Imagens de câmeras de segurança já analisadas pela polícia mostram Cleber deixando o condomínio por volta das 20h do dia do desaparecimento, dirigindo o veículo citado.

Daiane desapareceu após descer ao subsolo do edifício para verificar uma queda de energia em seu apartamento. Câmeras de segurança registraram a corretora entrando no elevador e conversando com o porteiro sobre o problema. Em seguida, há um intervalo de cerca de dois minutos nas gravações, justamente no momento em que ela retorna ao subsolo. Não há imagens que mostrem a vítima saindo do prédio ou voltando para casa.

Outro ponto considerado relevante pela investigação é que Daiane costumava gravar vídeos de seus deslocamentos e enviá-los a uma amiga. Um desses registros, feito no subsolo, nunca foi entregue.

No dia do desaparecimento, a corretora vestia roupas simples, deixou a porta do apartamento destrancada e não levou pertences pessoais. Ela tinha viagem marcada para Uberlândia (MG) no período do Natal, mas não embarcou e não manteve contato com familiares após aquela manhã.

Após semanas sem qualquer sinal de vida, o caso passou a ser tratado como homicídio. As prisões ocorreram depois de oitivas, análises técnicas e cruzamento de dados realizados por uma força-tarefa da Polícia Civil.

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