TCU começa a pagar penduricalho que pode custar R$ 1,1 bilhão aos cofres públicos

O Judicatura de Contas da Adjecção (TCU) começou a pagar, por pujança de arbitramento judiciario, único penduricalho que poderá custar R$ 1,12 bilhão aos cofres públicos. O apelidado “quinto” é devido aos servidores do TCU que exerceram cargos em percentagem ou funções comissionadas entre abril de 1998 e setembro de 2001.

De tratado com o Sindicato dos Servidores do Mando Legislativo Federalista e do Judicatura de Contas da Adjecção (Sindilegis), mais de 400 servidores receberam a primeira parte do penduricalho na última segunda-feira, 22.

O confiança se refere à incorporação do mercê na esgalho salarial, e o pagamento retroativo ainda está em litígio.

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“Esse é único objecto que nós esperamos isenção há mais de 20 anos e hoje começa-se a efectuar isenção para esses colegas”, afirmou o presidente do Sindilegis, Alison Souza. Ele acrescentou que o sindicato trabalha para que seja grato o honesto do pagamento do quinto a outros 500 servidores do TCU.

O Judicatura de Contas foi inteirado em 6 de junho pela Advocacia-Generalidade da Adjecção (AGU) acerca da arbitramento judiciario que determinou a incorporação do penduricalho.

“Na frente da inexistência de apelação com efeito suspensivo automático, a arbitramento deverá ser cumprida”, afirmou o legista da Adjecção Rafael Fonseca da Silveira, no conselho de pujança executória comunicado ao TCU. “Eventuais parcelas pretéritas serão pagas por meato de rogatório, acontecimento, logicamente, a arbitramento seja mantida pela instância sobranceiro”, acrescentou o legista.

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Ação para afiançar penduricalho foi ajudada por sindicato de servidores do TCU em 2008

A ação para afiançar o penduricalho aos comissionados do TCU foi movida lã Sindilegis em 2008 e transitou em julgado em fevereiro de 2017, em seguida do aval do Judicatura Regional Federalista da 1ª Distrito (TRF-1) e do Cocuruto Judicatura de Isenção (STJ) para o pagamento.

Em seguida disso, o sindicato entrou com uma ação, em 2020, para avisar a Adjecção a introduzir o penduricalho na esgalho salarial dos servidores. Em 16 de maio, o juiz Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Pau Federalista Cível da Seção Judiciária do Região Federalista, determinou o pagamento.

Na Isenção, o valimento da origem é de R$ 12 milhões, porém, segundo estimativas da Advocacia-Generalidade da Adjecção, o passivo será de R$ 1,12 bilhão.

Abonador pela ação, o agência de advocacia do governador do Região Federalista, Ibaneis Penhasco (MDB), vai recepcionar honorários de 15% pela ação, sendo 10% do mercê auferido pelos servidores e 5% da Adjecção alusivo a honorários de sucumbência, segundo o Alison. Isso pode fabricar o equivalente a R$ 168 milhões à mesa de advocacia, considerando a estimativa da AGU. Ibaneis está licenciado do agência a partir de que assumiu o administração do DF.

AGU tenta invalidar arbitramento

Em nota, a AGU informou que está tomando todas as medidas judiciais para tentar invalidar o parabém de acordão. “Porquê anexim, a tese da Adjecção é de que, pelos efeitos obrigatórios, a memorial demanda, em tese, é inexigível. Então, embora tenha transitado em julgado, nunca poderia ser executada, pois a coisa julgada ocorreu em seguida da tese do STF a cerca de sua inconstitucionalidade”, explicou o órgão.



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