TSE deve gastar R$ 20 mi na manutenção das urnas eletrônicas

Com foco na preparação para as eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) planeja investir aproximadamente R$ 20 milhões na manutenção de urnas eletrônicas dos modelos 2013 e 2015. O órgão abriu nesta segunda-feira, 29, a licitação para escolher a empresa responsável pela conservação desses equipamentos.

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Cerca de 124 mil urnas eletrônicas, cujas garantias expiraram em 2019, devem passar por serviços de manutenção de hardware. O objetivo, segundo o TSE, é manter os equipamentos em pleno funcionamento e evitar falhas durante a preparação e a carga das urnas para eleições, plebiscitos, referendos e outros eventos oficiais ou comunitários.

O documento da licitação destaca: “O resultado a ser alcançado é a disponibilidade de urnas eletrônicas plenamente funcionais”. Thiago Fini, assessor de gestão eleitoral do TSE, disse ao portal Metrópoles que o TSE irá garantir a “correção tempestiva dos problemas funcionais que surgirem nos equipamentos”.

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O contrato anterior para esse serviço terminou em outubro de 2024, e a expectativa era retomar a manutenção já em janeiro de 2025. No entanto, a sessão pública da nova licitação está agendada apenas para 14 de outubro. As urnas têm tempo estimado de uso de dez anos, mas o TSE pode estender sua utilização até 2026, quando deverá aposentá-las.

O documento ainda esclarece que as urnas do modelo 2013 podem ser descontinuadas a qualquer momento, pois a vida útil, prevista para encerrar até o fim de 2024, pode se estender até as eleições de 2026. O TSE deve usar as urnas de 2015 apenas até 2026, podendo rescindir o contrato depois do pleito deste ano.

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