Urgente: Glauber Braga (Psol) é retirado à força da presidência da Câmara

O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) foi removido à força pela Polícia Legislativa após ocupar a cadeira da presidência da Câmara dos Deputados. Ele permaneceu cerca de uma hora na posição antes de ser retirado, em uma ação que contou com a tentativa de colegas de mantê-lo na cadeira.

“Ele está sendo retirado carregado da mesa por força de segurança”, relatou a deputada Maria do Rosário (PT-RS). Vídeos obtidos pelo UOL mostram Glauber sendo conduzido à força, enquanto os deputados Alencar Santana (PT-SP), Samia Bomfim (PSOL-SP) e Lindbergh Farias (PT-RJ) tentavam impedir a retirada. (continua)

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“Que me arranquem desta cadeira e me tirem do plenário”, afirmou Braga antes de ser removido. O deputado enfrenta risco de perder o mandato por suposta agressão a uma pessoa na Câmara. Durante a ocupação, a transmissão ao vivo da TV Câmara foi desligada e a imprensa retirada do local.

Glauber criticou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pela postura adotada com parlamentares de direita que ocuparam a Mesa em agosto, por 45 horas.

“Ali, sobrou negociação e diálogo. Em nenhum momento, foi cogitada a possibilidade a retirada à força daqueles deputados pela polícia legislativa”, disse Braga em coletiva, comparando o tratamento recebido por ele.

O deputado ressaltou ainda que sua presença na Mesa visava demonstrar que não iria se “render”. “Do que me acusam? Ter defendido a honra da minha mãe? Ter denunciado o orçamento secreto? Ter batido de frente com o todo poderoso Arthur Lira. Não é motivo para cassação de mandato. A causa disso é uma tentativa de silenciamento. Amanhã, eles botam a tentativa de cassação no plenário da Câmara.”

Braga também acusou a polícia de atacar deputadas durante a ação. “Precisava disso? Precisava atacar as deputadas? Precisava de uma ação violenta e forçada? O senhor sempre quis demonstrar como se fosse um ponto de equilíbrio entre forças diferentes. Isso é uma mentira. Com os golpistas que sequestraram a mesa, sobrou ‘docilidade’. Agora, com quem não entra no jogo deles, é porrada. Os caras ficaram 48 horas. Fiquei algumas poucas horas e foi suficiente para esse tipo de ação.”

 

 

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O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) foi removido à força pela Polícia Legislativa após ocupar a cadeira da presidência da Câmara dos Deputados. Ele permaneceu cerca de uma hora na posição antes de ser retirado, em uma ação que contou com a tentativa de colegas de mantê-lo na cadeira.

“Ele está sendo retirado carregado da mesa por força de segurança”, relatou a deputada Maria do Rosário (PT-RS). Vídeos obtidos pelo UOL mostram Glauber sendo conduzido à força, enquanto os deputados Alencar Santana (PT-SP), Samia Bomfim (PSOL-SP) e Lindbergh Farias (PT-RJ) tentavam impedir a retirada. (continua)

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“Que me arranquem desta cadeira e me tirem do plenário”, afirmou Braga antes de ser removido. O deputado enfrenta risco de perder o mandato por suposta agressão a uma pessoa na Câmara. Durante a ocupação, a transmissão ao vivo da TV Câmara foi desligada e a imprensa retirada do local.

Glauber criticou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pela postura adotada com parlamentares de direita que ocuparam a Mesa em agosto, por 45 horas.

“Ali, sobrou negociação e diálogo. Em nenhum momento, foi cogitada a possibilidade a retirada à força daqueles deputados pela polícia legislativa”, disse Braga em coletiva, comparando o tratamento recebido por ele.

O deputado ressaltou ainda que sua presença na Mesa visava demonstrar que não iria se “render”. “Do que me acusam? Ter defendido a honra da minha mãe? Ter denunciado o orçamento secreto? Ter batido de frente com o todo poderoso Arthur Lira. Não é motivo para cassação de mandato. A causa disso é uma tentativa de silenciamento. Amanhã, eles botam a tentativa de cassação no plenário da Câmara.”

Braga também acusou a polícia de atacar deputadas durante a ação. “Precisava disso? Precisava atacar as deputadas? Precisava de uma ação violenta e forçada? O senhor sempre quis demonstrar como se fosse um ponto de equilíbrio entre forças diferentes. Isso é uma mentira. Com os golpistas que sequestraram a mesa, sobrou ‘docilidade’. Agora, com quem não entra no jogo deles, é porrada. Os caras ficaram 48 horas. Fiquei algumas poucas horas e foi suficiente para esse tipo de ação.”

 

 

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