
A Universidade de São Paulo (USP) deixou o posto de principal universidade da América Latina e do Caribe, segundo o 15º ranking QS (Quacquarelli Symonds) 2026, divulgado nesta quarta-feira (1º).
Depois de dois anos consecutivos na liderança, a instituição paulista caiu para a segunda posição, sendo ultrapassada pela Pontifícia Universidade Católica do Chile (PUC), que retorna ao primeiro lugar.
Mesmo com a perda da liderança, o Brasil mantém forte representação entre as dez melhores universidades da região. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aparece em terceiro lugar, enquanto a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) segue na quinta posição, mesmas colocações registradas na edição anterior. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) avançou duas posições, ocupando agora o sexto lugar.
De acordo com o relatório da QS, o Brasil continua sendo o país mais presente no ranking, com 130 instituições listadas, quase o dobro do número registrado por México e Colômbia, que têm 67 universidades cada.
O desempenho das universidades brasileiras também se destaca em outros critérios do ranking. No índice de reputação acadêmica, três instituições — USP, Unicamp e UFRJ — estão entre as dez melhores. Já no critério de pesquisa, cinco universidades brasileiras aparecem entre as dez mais bem colocadas em Rede Internacional de Pesquisa e Citações por Artigo (CPP), enquanto sete estão no topo em Artigos por Docente (PPF).
A USP mantém seu papel como referência em pesquisa na América Latina, liderando indicadores como Artigos por Docente (PPF) e Rede Internacional de Pesquisa (IRN), que medem, respectivamente, a produtividade acadêmica individual e a capacidade de colaboração internacional.
No geral, das universidades brasileiras listadas, 41% (39) perderam posições, 29% (28) avançaram e 30% (29) permaneceram estáveis em relação à edição anterior.
Entre os 16 países que registraram queda, o recuo do Brasil foi o menor, com variação de -11%. O ranking QS América Latina e Caribe avalia fatores como formação docente, publicações científicas, pesquisa e reputação junto a empregadores.
O orçamento em 2025 para a Universidade de São Paulo é de R$ 9,5 bilhões. Desse montante, R$ 8,1 bilhões referem-se aos repasses do governo estadual (a USP recebe a cota-parte de 5,02% da arrecadação do ICMS estadual) e R$ 1,06 bilhão são referentes a recursos de receitas próprias (prestação de serviços, aluguéis, reembolsos etc.).
As despesas da USP com folha de pagamento serão de R$ 7,5 bilhões, correspondendo a 82% do comprometimento dos recursos do Tesouro do Estado. (Foto: EBC; Fontes: Folha de SP; Jornal da USP)
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A Universidade de São Paulo (USP) deixou o posto de principal universidade da América Latina e do Caribe, segundo o 15º ranking QS (Quacquarelli Symonds) 2026, divulgado nesta quarta-feira (1º).
Depois de dois anos consecutivos na liderança, a instituição paulista caiu para a segunda posição, sendo ultrapassada pela Pontifícia Universidade Católica do Chile (PUC), que retorna ao primeiro lugar.
Mesmo com a perda da liderança, o Brasil mantém forte representação entre as dez melhores universidades da região. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aparece em terceiro lugar, enquanto a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) segue na quinta posição, mesmas colocações registradas na edição anterior. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) avançou duas posições, ocupando agora o sexto lugar.
De acordo com o relatório da QS, o Brasil continua sendo o país mais presente no ranking, com 130 instituições listadas, quase o dobro do número registrado por México e Colômbia, que têm 67 universidades cada.
O desempenho das universidades brasileiras também se destaca em outros critérios do ranking. No índice de reputação acadêmica, três instituições — USP, Unicamp e UFRJ — estão entre as dez melhores. Já no critério de pesquisa, cinco universidades brasileiras aparecem entre as dez mais bem colocadas em Rede Internacional de Pesquisa e Citações por Artigo (CPP), enquanto sete estão no topo em Artigos por Docente (PPF).
A USP mantém seu papel como referência em pesquisa na América Latina, liderando indicadores como Artigos por Docente (PPF) e Rede Internacional de Pesquisa (IRN), que medem, respectivamente, a produtividade acadêmica individual e a capacidade de colaboração internacional.
No geral, das universidades brasileiras listadas, 41% (39) perderam posições, 29% (28) avançaram e 30% (29) permaneceram estáveis em relação à edição anterior.
Entre os 16 países que registraram queda, o recuo do Brasil foi o menor, com variação de -11%. O ranking QS América Latina e Caribe avalia fatores como formação docente, publicações científicas, pesquisa e reputação junto a empregadores.
O orçamento em 2025 para a Universidade de São Paulo é de R$ 9,5 bilhões. Desse montante, R$ 8,1 bilhões referem-se aos repasses do governo estadual (a USP recebe a cota-parte de 5,02% da arrecadação do ICMS estadual) e R$ 1,06 bilhão são referentes a recursos de receitas próprias (prestação de serviços, aluguéis, reembolsos etc.).
As despesas da USP com folha de pagamento serão de R$ 7,5 bilhões, correspondendo a 82% do comprometimento dos recursos do Tesouro do Estado. (Foto: EBC; Fontes: Folha de SP; Jornal da USP)
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