Wagner Moura: democracia brasileira ‘tira onda’ dos EUA

O ator Wagner Moura declarou, em entrevista à Folha de S.Paulo publicada nesta terça-feira (7), que a democracia brasileira vive seu ‘melhor momento’.

“Nossa democracia não é falha. Inclusive, a democracia brasileira está no seu melhor momento. A gente está tirando onda dos americanos. Aquele discurso da peça é sobre a democracia, mas mais do que isso, é sobre a verdade, sobre como o ocaso da verdade mina a democracia. É um discurso que entra num terreno pessoal”, afirmou Moura.

O ator, que reside nos Estados Unidos, está em Salvador (BA) para apresentar a peça Um Julgamento, marcando seu retorno ao teatro após 16 anos.

Questionado sobre uma fala de seu personagem, que diz que “a democracia permite que uma maioria de imbecis persiga uma minoria”, Moura reiterou que não acredita que a democracia tenha falhado.

“Aquele discurso da peça é sobre a democracia, mas mais do que isso, é sobre a verdade, sobre como o ocaso da verdade mina a democracia. É um discurso que entra num terreno pessoal”, disse novamente.

Premiado no Festival de Cannes por sua atuação em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, Moura também comentou sobre a sugestão de que poderia ser investigado pelo governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano).

Atualmente morando nos Estados Unidos, Moura retornou ao Brasil para as temporadas de Um Julgamento em Salvador e no Rio de Janeiro. Esta é sua primeira peça desde Hamlet, dirigido por Aderbal Freire-Filho em 2009, período no qual ele se dedicou a filmes e séries tanto no Brasil quanto no exterior. (Foto: divulgação; Fonte: Poder360; Folha de SP)

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O ator Wagner Moura declarou, em entrevista à Folha de S.Paulo publicada nesta terça-feira (7), que a democracia brasileira vive seu ‘melhor momento’.

“Nossa democracia não é falha. Inclusive, a democracia brasileira está no seu melhor momento. A gente está tirando onda dos americanos. Aquele discurso da peça é sobre a democracia, mas mais do que isso, é sobre a verdade, sobre como o ocaso da verdade mina a democracia. É um discurso que entra num terreno pessoal”, afirmou Moura.

O ator, que reside nos Estados Unidos, está em Salvador (BA) para apresentar a peça Um Julgamento, marcando seu retorno ao teatro após 16 anos.

Questionado sobre uma fala de seu personagem, que diz que “a democracia permite que uma maioria de imbecis persiga uma minoria”, Moura reiterou que não acredita que a democracia tenha falhado.

“Aquele discurso da peça é sobre a democracia, mas mais do que isso, é sobre a verdade, sobre como o ocaso da verdade mina a democracia. É um discurso que entra num terreno pessoal”, disse novamente.

Premiado no Festival de Cannes por sua atuação em O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, Moura também comentou sobre a sugestão de que poderia ser investigado pelo governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano).

Atualmente morando nos Estados Unidos, Moura retornou ao Brasil para as temporadas de Um Julgamento em Salvador e no Rio de Janeiro. Esta é sua primeira peça desde Hamlet, dirigido por Aderbal Freire-Filho em 2009, período no qual ele se dedicou a filmes e séries tanto no Brasil quanto no exterior. (Foto: divulgação; Fonte: Poder360; Folha de SP)

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