Defesas dos deputados argumentaram que a Corte cometeu omissão em sua análise, mas Zanin refutou essa alegação, afirmando que o que se busca é apenas uma nova discussão sobre o caso
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu votar contra os recursos apresentados pelas defesas de três deputados do PL, mantendo a decisão da Corte que aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os parlamentares envolvidos são Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e o suplente Bosco Costa, que estão sendo investigados por suposto desvio de emendas parlamentares. As defesas dos deputados argumentaram que a Corte cometeu omissão em sua análise, mas Zanin refutou essa alegação, afirmando que o que se busca é apenas uma nova discussão sobre o caso. O ministro ressaltou a existência de “consideráveis indícios de autoria e materialidade” que sustentam a abertura da ação penal contra os acusados.

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A denúncia apresentada pela PGR aponta que os parlamentares teriam solicitado uma propina de 25% sobre o valor das emendas destinadas ao município de São José de Ribamar, no Maranhão. O total da propina exigida chega a R$ 1,66 milhão, em troca da liberação de R$ 6,67 milhões em recursos públicos. O ex-prefeito de São José de Ribamar, José Eudes Sampaio Nunes, relatou ter enfrentado cobranças e intimidações por parte dos deputados para que o repasse dos recursos fosse realizado. Apesar das graves acusações, as defesas dos parlamentares negam qualquer envolvimento nas práticas ilícitas mencionadas na denúncia.
Publicado por Sarah Paula
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Defesas dos deputados argumentaram que a Corte cometeu omissão em sua análise, mas Zanin refutou essa alegação, afirmando que o que se busca é apenas uma nova discussão sobre o caso

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu votar contra os recursos apresentados pelas defesas de três deputados do PL, mantendo a decisão da Corte que aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os parlamentares envolvidos são Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e o suplente Bosco Costa, que estão sendo investigados por suposto desvio de emendas parlamentares. As defesas dos deputados argumentaram que a Corte cometeu omissão em sua análise, mas Zanin refutou essa alegação, afirmando que o que se busca é apenas uma nova discussão sobre o caso. O ministro ressaltou a existência de “consideráveis indícios de autoria e materialidade” que sustentam a abertura da ação penal contra os acusados.

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A denúncia apresentada pela PGR aponta que os parlamentares teriam solicitado uma propina de 25% sobre o valor das emendas destinadas ao município de São José de Ribamar, no Maranhão. O total da propina exigida chega a R$ 1,66 milhão, em troca da liberação de R$ 6,67 milhões em recursos públicos. O ex-prefeito de São José de Ribamar, José Eudes Sampaio Nunes, relatou ter enfrentado cobranças e intimidações por parte dos deputados para que o repasse dos recursos fosse realizado. Apesar das graves acusações, as defesas dos parlamentares negam qualquer envolvimento nas práticas ilícitas mencionadas na denúncia.
Publicado por Sarah Paula
*Reportagem produzida com auxílio de IA
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