Tarcísio diz que empresas podem ser ‘severamente punidas’ após explosão no Jaguaré – Jovem Pan

O governador de São Paulo afirmou que os procedimentos do incidente serão verificados e que a ‘regulação vai funcionar’

NINO CIRENZA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, disse a jornalistas nesta terça-feira (12) que os procedimentos sobre o caso da explosão no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, que aconteceu na segunda-feira (11), serão verificados e que as empresas envolvidas serão responsabilizadas.

“Essas empresas também vão ser cobradas pela regulação. A gente vai verificar se houve qualquer desvio de procedimentos e, se tiver, vão ser severamente punidas. A regulação está lá para exercer seu papel, para ser um braço do estado e não permitir que um serviço seja mal prestado”, declarou Tarcísio.

O governador afimou ainda que o maior objetivo do estado é prezar pelo bem-estar dos cidadãos. “Vamos revisitar esses processos para ver como a gente pode garantir a segurança das pessoas, é importante nunca abrir mão disso”, afirmou.

Tarcísio reafirmou a importância da regulamentação e garantiu que ela funcionará. “A regulação vai funcionar, o estado vai agir e nós vamos acompanhar isso muito de perto”, finalizou.

O que aconteceu

Uma explosão atingiu na segunda-feira ao menos 35 casas e estourou janelas de apartamentos em um condomínio no bairro Jaguaré, na zona oeste de São Paulo. Segundo informações da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), uma pessoa morreu no local e três ficaram feridas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 16h08 para atender a uma ocorrência de explosão em uma comunidade próxima às ruas Dr. Benedito de Moraes Leme e Piraúna, atrás do Condomínio Morada do Parque, com fogo ativo em múltiplas residências e forte cheiro de gás.

Em nota, o governo de São Paulo informou que foi feito o desligamento da energia na região por medida de segurança.

Por volta das 19h20, os moradores do condomínio foram autorizados a retornarem para casa.

Possível explosão de gás

Conforme informação do Corpo de Bombeiros, o incidente foi possivelmente causado por uma explosão de gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido popularmente como gás de cozinha. O incidente, segundo a PMESP, teria sido resultado de uma ação da Sabesp. A corporação comunicou que “os motivos serão confirmados ao final dos trabalhos de perícia“.

Moradores da região relataram que equipe da Sabesp fazia obras na região. Por meio de nota, a Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) disse ter recebido chamado às 15h15 sobre vazamento de gás causado por uma “obra de terceiros”. A concessionária afirmou que uma equipe chegou ao local por volta das 15h37 e “eliminou o vazamento”. A empresa ainda esclareceu que não fazia manutenção na região.

Em nota, a Sabesp confirmou que atingiu tubulação de gás antes da explosão. A companhia informou que fazia, no local, uma obra de remanejamento de tubulação de água “previamente alinhada e acompanhada” pela Comgás. A empresa disse ainda solidarizar-se com as vítimas e estar prestando “todo apoio necessário” aos impactados pelo incidente.



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O governador de São Paulo afirmou que os procedimentos do incidente serão verificados e que a ‘regulação vai funcionar’

NINO CIRENZA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDOTarcísio de Freitas
Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, disse a jornalistas nesta terça-feira (12) que os procedimentos sobre o caso da explosão no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, que aconteceu na segunda-feira (11), serão verificados e que as empresas envolvidas serão responsabilizadas.

“Essas empresas também vão ser cobradas pela regulação. A gente vai verificar se houve qualquer desvio de procedimentos e, se tiver, vão ser severamente punidas. A regulação está lá para exercer seu papel, para ser um braço do estado e não permitir que um serviço seja mal prestado”, declarou Tarcísio.

O governador afimou ainda que o maior objetivo do estado é prezar pelo bem-estar dos cidadãos. “Vamos revisitar esses processos para ver como a gente pode garantir a segurança das pessoas, é importante nunca abrir mão disso”, afirmou.

Tarcísio reafirmou a importância da regulamentação e garantiu que ela funcionará. “A regulação vai funcionar, o estado vai agir e nós vamos acompanhar isso muito de perto”, finalizou.

O que aconteceu

Uma explosão atingiu na segunda-feira ao menos 35 casas e estourou janelas de apartamentos em um condomínio no bairro Jaguaré, na zona oeste de São Paulo. Segundo informações da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), uma pessoa morreu no local e três ficaram feridas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 16h08 para atender a uma ocorrência de explosão em uma comunidade próxima às ruas Dr. Benedito de Moraes Leme e Piraúna, atrás do Condomínio Morada do Parque, com fogo ativo em múltiplas residências e forte cheiro de gás.

Em nota, o governo de São Paulo informou que foi feito o desligamento da energia na região por medida de segurança.

Por volta das 19h20, os moradores do condomínio foram autorizados a retornarem para casa.

Possível explosão de gás

Conforme informação do Corpo de Bombeiros, o incidente foi possivelmente causado por uma explosão de gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido popularmente como gás de cozinha. O incidente, segundo a PMESP, teria sido resultado de uma ação da Sabesp. A corporação comunicou que “os motivos serão confirmados ao final dos trabalhos de perícia“.

Moradores da região relataram que equipe da Sabesp fazia obras na região. Por meio de nota, a Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) disse ter recebido chamado às 15h15 sobre vazamento de gás causado por uma “obra de terceiros”. A concessionária afirmou que uma equipe chegou ao local por volta das 15h37 e “eliminou o vazamento”. A empresa ainda esclareceu que não fazia manutenção na região.

Em nota, a Sabesp confirmou que atingiu tubulação de gás antes da explosão. A companhia informou que fazia, no local, uma obra de remanejamento de tubulação de água “previamente alinhada e acompanhada” pela Comgás. A empresa disse ainda solidarizar-se com as vítimas e estar prestando “todo apoio necessário” aos impactados pelo incidente.

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