A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (10/6) revela que o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não ajudou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no desempenho eleitoral contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“A agenda com Trump não parece ter trazido boas notícias para Flávio. Embora 60% dos brasileiros continuem defendendo que CV e PCC devam ser tratados como terroristas pela lei brasileira, a sociedade se divide sobre a classificação ser feita pelo governo americano”, avalia Felipe Nunes, CEO da Quaest.
Entre os entrevistados, 47% dos brasileiros acham que Flávio influenciou o governo Trump a classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas. Outros 37% consideram que Flávio não teve influência e 16% não responderam.
No entanto, 60% dos entrevistados consideram que esta classificação deveria partir do próprio governo brasileiro, não dos EUA, e 53% acreditam que as punições impostas pelo governo americano vão prejudicar bancos e empresas brasileiras.
Os entrevistados responderam as seguintes perguntas:
O governo do Brasil deve classificar organizações criminosas como terroristas?
- Sim: 60%.
- Não: 29%.
- Não sei/Não respondeu: 11%.
O governo dos Estados Unidos deve classificar organizações criminosas como terroristas?
- Sim: 45%.
- Não: 45%.
- Não sei/Não respondeu: 10%.
Já sabia que pessoas e empresas ligadas a esses grupos podem sofrer punições financeiras?
- Sim: 60%.
- Não: 38%.
- Não sei/Não respondeu: 2%.
Você acredita que essas punições dos EUA irão prejudicar bancos e empresas brasileiras?
- Sim: 53%.
- Não: 34%.
- Não sei/Não respondeu: 13%.
Flávio Bolsonaro encontrou-se com Trump e outras autoridades americanas entre os dias 25 e 27 de maio. Metade dos brasileiros sabia do encontro, enquanto outros 50% não sabiam, segundo a pesquisa.
Quantos às narrativas dos pré-candidatos, 46% concordam com Lula e acreditam que a proposta de novas tarifas adicionais dos EUA ao Brasil é uma retaliação ao Pix.
Por outro lado, 36% concordam com Flávio e acham que as tarifas são uma retaliação às declarações de Lula contra os EUA. Outros 10% não concordam com nenhum dos dois e 8% não responderam.
Relação com Vorcaro
A pesquisa ainda revelou que a sensação de que o escândalo de corrupção do Banco Master atinge mais a família Bolsonaro cresceu de 9% para 16%.
Sobre o financiamento do banqueiro preso ao filme Dark Horse, que retrata a vida de Jair Bolsonaro, os entrevistados consideram que Flávio:
- Acertou, não há nada demais: 17%.
- Errou, devia ter evitado: 65%.
- Não sei/Não respondeu: 18%.
A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (10/6) revela que o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não ajudou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no desempenho eleitoral contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“A agenda com Trump não parece ter trazido boas notícias para Flávio. Embora 60% dos brasileiros continuem defendendo que CV e PCC devam ser tratados como terroristas pela lei brasileira, a sociedade se divide sobre a classificação ser feita pelo governo americano”, avalia Felipe Nunes, CEO da Quaest.
Entre os entrevistados, 47% dos brasileiros acham que Flávio influenciou o governo Trump a classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas. Outros 37% consideram que Flávio não teve influência e 16% não responderam.
No entanto, 60% dos entrevistados consideram que esta classificação deveria partir do próprio governo brasileiro, não dos EUA, e 53% acreditam que as punições impostas pelo governo americano vão prejudicar bancos e empresas brasileiras.
Os entrevistados responderam as seguintes perguntas:
O governo do Brasil deve classificar organizações criminosas como terroristas?
- Sim: 60%.
- Não: 29%.
- Não sei/Não respondeu: 11%.
O governo dos Estados Unidos deve classificar organizações criminosas como terroristas?
- Sim: 45%.
- Não: 45%.
- Não sei/Não respondeu: 10%.
Já sabia que pessoas e empresas ligadas a esses grupos podem sofrer punições financeiras?
- Sim: 60%.
- Não: 38%.
- Não sei/Não respondeu: 2%.
Você acredita que essas punições dos EUA irão prejudicar bancos e empresas brasileiras?
- Sim: 53%.
- Não: 34%.
- Não sei/Não respondeu: 13%.
Flávio Bolsonaro encontrou-se com Trump e outras autoridades americanas entre os dias 25 e 27 de maio. Metade dos brasileiros sabia do encontro, enquanto outros 50% não sabiam, segundo a pesquisa.
Quantos às narrativas dos pré-candidatos, 46% concordam com Lula e acreditam que a proposta de novas tarifas adicionais dos EUA ao Brasil é uma retaliação ao Pix.
Por outro lado, 36% concordam com Flávio e acham que as tarifas são uma retaliação às declarações de Lula contra os EUA. Outros 10% não concordam com nenhum dos dois e 8% não responderam.
Relação com Vorcaro
A pesquisa ainda revelou que a sensação de que o escândalo de corrupção do Banco Master atinge mais a família Bolsonaro cresceu de 9% para 16%.
Sobre o financiamento do banqueiro preso ao filme Dark Horse, que retrata a vida de Jair Bolsonaro, os entrevistados consideram que Flávio:
- Acertou, não há nada demais: 17%.
- Errou, devia ter evitado: 65%.
- Não sei/Não respondeu: 18%.
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