Essa é a primeira aparição pública do ex-governador desde que foi indicado ao cargo pelo presidente nacional do PSDB, Aécio Neves
Em um evento do PSDB em São Paulo neste sábado (25), Ciro Gomes disse ainda não confirmou se vai aceitar a posição à presidência da República. Segundo ele, a decisão será em maio, mas já coloca no discurso pautas de campanha e nega ser uma espécie de terceira via.
Essa é a primeira aparição pública de Ciro Gomes desde que foi indicado pelo presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, no dia 14 de abril, para a disputa.
Em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF), Ciro Gomes também disse que não é “razoável” que ministros estejam “todos os dias” nas páginas policiais.
Ciro disse ainda estar cansado em relação à política nacional e que só considera a possibilidade diante da gravidade do cenário econômico e institucional do país.
No âmbito das críticas ao Judiciário – uma pauta presente nos discursos de quase todos os pré-candidatos – Ciro disse ser contra a indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União do Brasil, à Suprema Corte, para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso.
Além de Ciro Gomes, o ex-prefeito de Santo André, indicado pelo partido à disputa do governo do estado, Paulo Serra, também esteve presente no evento.
Essa pode ser a quinta candidatura do cearense à presidência da República. As outras quatro candidaturas foram em: 1998, 2002, 2018 e 2022.
Ciro também foi governador do estado do Ceará entre 1991 e 1994. Além de ministro de duas pastas, em duas gestões diferentes. Primeiro, ao ocupar o ministério da fazenda em 1994, no governo de Itamar Franco. E também no ministério da integração nacional, no primeiro mandato de Lula, entre 2003 e 2006.
Essa é a primeira aparição pública do ex-governador desde que foi indicado ao cargo pelo presidente nacional do PSDB, Aécio Neves

Em um evento do PSDB em São Paulo neste sábado (25), Ciro Gomes disse ainda não confirmou se vai aceitar a posição à presidência da República. Segundo ele, a decisão será em maio, mas já coloca no discurso pautas de campanha e nega ser uma espécie de terceira via.
Essa é a primeira aparição pública de Ciro Gomes desde que foi indicado pelo presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, no dia 14 de abril, para a disputa.
Em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF), Ciro Gomes também disse que não é “razoável” que ministros estejam “todos os dias” nas páginas policiais.
Ciro disse ainda estar cansado em relação à política nacional e que só considera a possibilidade diante da gravidade do cenário econômico e institucional do país.
No âmbito das críticas ao Judiciário – uma pauta presente nos discursos de quase todos os pré-candidatos – Ciro disse ser contra a indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União do Brasil, à Suprema Corte, para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso.
Além de Ciro Gomes, o ex-prefeito de Santo André, indicado pelo partido à disputa do governo do estado, Paulo Serra, também esteve presente no evento.
Essa pode ser a quinta candidatura do cearense à presidência da República. As outras quatro candidaturas foram em: 1998, 2002, 2018 e 2022.
Ciro também foi governador do estado do Ceará entre 1991 e 1994. Além de ministro de duas pastas, em duas gestões diferentes. Primeiro, ao ocupar o ministério da fazenda em 1994, no governo de Itamar Franco. E também no ministério da integração nacional, no primeiro mandato de Lula, entre 2003 e 2006.
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