Comissão da Câmara do Rio acompanha impactos no trânsito após abertura do Viaduto do Trevo das Missões

A Comissão de Assuntos Urbanos da Câmara do Rio segue acompanhando os impactos da abertura do Viaduto do Trevo das Missões, no entroncamento entre a Avenida Brasil e a Rodovia Washington Luís, para ônibus intermunicipais.

Responsável pelos estudos técnicos que embasaram a mudança, o colegiado realizou no primeiro dia de operação, em 02 de julho, registros fotográficos, análises do fluxo de veículos e imagens de drone para avaliar os efeitos da intervenção na redução dos congestionamentos na região.

De acordo com o presidente da comissão, vereador Pedro Duarte (PSD), o objetivo é medir os resultados da alteração viária ao longo do tempo. Segundo ele, a análise considera fatores que podem influenciar o trânsito, como a greve dos ônibus municipais registrada no início da operação do novo esquema.

Redução em até meia hora no tempo de viagem

Os estudos elaborados pela equipe técnica do parlamentar e encaminhados à Prefeitura do Rio, em janeiro deste ano, indicavam que a abertura do viaduto poderia reduzir em até 30 minutos o tempo de viagem dos ônibus intermunicipais vindos da Região Serrana e da Baixada Fluminense em direção à capital.

A proposta, posteriormente adotada pela Secretaria Municipal de Transportes, foi baseada em reclamações de passageiros de linhas intermunicipais de Teresópolis e de outras cidades da Região Serrana, além das próprias empresas de ônibus. Com a mudança, cerca de 160 linhas e mais de 300 coletivos passaram a utilizar o viaduto.

Antes da alteração, os ônibus precisavam cruzar a pista central da Avenida Brasil para acessar a faixa seletiva quando chegavam pela BR-040, formando um gargalo que provocava reflexos em todo o trânsito da região. Com o novo trajeto, os coletivos utilizam a faixa lateral para acessar o terreno do futuro terminal e, pelo viaduto, entram diretamente na pista seletiva, eliminando esse cruzamento.



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