Desemprego baixo e economia aquecida pressionam juros, diz Galípolo

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse, nesta terça-feira (19/5), que, mesmo com juros altos, a economia brasileira continua firme. Segundo ele, o índice de desemprego e a inflação, no menor valor da série histórica no Brasil, pressionam as taxas no país.

“As taxas de juros estão num nível bastante restritivo comparando com outros países, mas a gente assiste a uma economia que vem demonstrando resiliência, desemprego baixo, renda crescendo e indicadores bastante pressionados, apesar dos juros elevados”, disse o presidente do BC.

A declaração foi dada durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

“O instrumento do BC para colocar a inflação na meta é a taxa de juros, e toda vez que esses indicadores mostram uma demanda pressionando a oferta colocando a inflação mais distante da meta, a resposta demandada do BC é colocar o juros num patamar mais restritivo”, acrescentou.

Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo
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HUGO BARRETO / METRÓPOLES
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Gabriel Galípolo, Presidente do Banco Central
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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participar da reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no senado federal
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Senador Renan Calheiros
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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo e Senador Renan Calheiros, participam da reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no senado federal
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Galípolo também lembrou que, em 2020, por causa da pandemia, houve uma queda muito grande na atividade econômica e que os bancos centrais de todo o mundo colocaram as taxas de juros em níveis também historicamente baixos.

“Lá fora chegaram em patamares negativos e aqui no Brasil chegou próximo de 2%”, ressaltou.

Gabriel Galípolo participa de audiência pública na CAE do Senado na manhã desta quinta-feira. Ele deve responder também sobre a liquidação do Banco Master pelo BC.



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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse, nesta terça-feira (19/5), que, mesmo com juros altos, a economia brasileira continua firme. Segundo ele, o índice de desemprego e a inflação, no menor valor da série histórica no Brasil, pressionam as taxas no país.

“As taxas de juros estão num nível bastante restritivo comparando com outros países, mas a gente assiste a uma economia que vem demonstrando resiliência, desemprego baixo, renda crescendo e indicadores bastante pressionados, apesar dos juros elevados”, disse o presidente do BC.

A declaração foi dada durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

“O instrumento do BC para colocar a inflação na meta é a taxa de juros, e toda vez que esses indicadores mostram uma demanda pressionando a oferta colocando a inflação mais distante da meta, a resposta demandada do BC é colocar o juros num patamar mais restritivo”, acrescentou.

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Galípolo também lembrou que, em 2020, por causa da pandemia, houve uma queda muito grande na atividade econômica e que os bancos centrais de todo o mundo colocaram as taxas de juros em níveis também historicamente baixos.

“Lá fora chegaram em patamares negativos e aqui no Brasil chegou próximo de 2%”, ressaltou.

Gabriel Galípolo participa de audiência pública na CAE do Senado na manhã desta quinta-feira. Ele deve responder também sobre a liquidação do Banco Master pelo BC.

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