Um dia após o feriado de São Pedro, os servidores públicos da capital do Maranhão, São Luís, poderão emendar a folga com o ponto facultativo desta terça-feira (30/6), decretado pelo governador Carlos Brandão (Sem partido).
A determinação é em razão do Dia de São Marçal, que não é reconhecido oficialmente pela Igreja Católica, mas é tido como santo ao lhe serem atribuídos milagres extraordinários, como ressuscitar mortos com um cajado de São Pedro, curar enfermos e paralíticos e apagar incêndios.
É, portanto, padroeiro dos bombeiros e foi adotado na cultura são luisense como protetor dos grupos de bumba-meu-boi (a data também celebra o Dia Nacional do Bumba Meu Boi).
Os festejos em homenagem ao santo ocorrem há quase 100 anos e, antes, marcavam simbolicamente o fim do ciclo junino em São Luís, o que mudou hoje, devido aos arraiás fora de época que se seguem.
Apesar de não ser canonizado pela Igreja Católica, São Marçal é considerado o protetor dos brincantes do bumba meu boi do Maranhão. A celebração reúne o desfile e a dança de vários deles ao ritmo da matraca, também conhecido como sotaque ilha. A expectativa é que pelo menos 30 grupos passem em cortejos pela Avenida São Marçal.
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A festa surgiu como uma forma de resistência, após os grupos de Bumba meu boi terem sido proibidos no centro de São Luís, sob a justificativa de manter a segurança na capital durante o São João. Mas a proibição revelava preconceito contra a celebração.
Na época, a polícia não deixava os boieiros irem além do antigo bairro do Areal (hoje, João Paulo), mas, com o tempo, o local se tornou o ponto de encontro dos grupos de Bumba Boi.
Saiba mais

São Marçal, também conhecido como Marcial de Limoges, foi o primeiro bispo de Limoges, na França, no século III. Acredita-se que ele tenha sido um dos 72 discípulos de Cristo e que, quando criança, entregou os pães e peixes para o milagre da multiplicação e, mais tarde, foi enviado por São Pedro para evangelizar a região da Gália.
Ele teria ainda assistido à ressurreição de Lázaro e segurado a toalha de Jesus, enquanto ele lavava pés.
Um dia após o feriado de São Pedro, os servidores públicos da capital do Maranhão, São Luís, poderão emendar a folga com o ponto facultativo desta terça-feira (30/6), decretado pelo governador Carlos Brandão (Sem partido).
A determinação é em razão do Dia de São Marçal, que não é reconhecido oficialmente pela Igreja Católica, mas é tido como santo ao lhe serem atribuídos milagres extraordinários, como ressuscitar mortos com um cajado de São Pedro, curar enfermos e paralíticos e apagar incêndios.
É, portanto, padroeiro dos bombeiros e foi adotado na cultura são luisense como protetor dos grupos de bumba-meu-boi (a data também celebra o Dia Nacional do Bumba Meu Boi).
Os festejos em homenagem ao santo ocorrem há quase 100 anos e, antes, marcavam simbolicamente o fim do ciclo junino em São Luís, o que mudou hoje, devido aos arraiás fora de época que se seguem.
Apesar de não ser canonizado pela Igreja Católica, São Marçal é considerado o protetor dos brincantes do bumba meu boi do Maranhão. A celebração reúne o desfile e a dança de vários deles ao ritmo da matraca, também conhecido como sotaque ilha. A expectativa é que pelo menos 30 grupos passem em cortejos pela Avenida São Marçal.
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A festa surgiu como uma forma de resistência, após os grupos de Bumba meu boi terem sido proibidos no centro de São Luís, sob a justificativa de manter a segurança na capital durante o São João. Mas a proibição revelava preconceito contra a celebração.
Na época, a polícia não deixava os boieiros irem além do antigo bairro do Areal (hoje, João Paulo), mas, com o tempo, o local se tornou o ponto de encontro dos grupos de Bumba Boi.
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São Marçal, também conhecido como Marcial de Limoges, foi o primeiro bispo de Limoges, na França, no século III. Acredita-se que ele tenha sido um dos 72 discípulos de Cristo e que, quando criança, entregou os pães e peixes para o milagre da multiplicação e, mais tarde, foi enviado por São Pedro para evangelizar a região da Gália.
Ele teria ainda assistido à ressurreição de Lázaro e segurado a toalha de Jesus, enquanto ele lavava pés.
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