Uma foto publicada pelo Metrópoles, de autoria do fotógrafo Kebec Nogueira, que mostra o Advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias, saindo do Palácio do Alvorada, na noite desta quarta-feira (29/4), foi manipulada por inteligência artificial (IA).
A imagem original foi divulgada nas redes sociais do Metrópoles. Nela, o AGU, que teve rejeitada sua indicação para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), está no banco de trás do carro, mexendo no celular e ao lado da esposa, Karina Messias.
A foto falsa, no entanto, mostra Messias chorando dentro do veículo. A imagem circulou perfis na na internet, insinuando que ele teria essa reação por conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) depois do resultado do Congresso Nacional.
Derrota histórica
O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para a Suprema Corte com 42 votos contrários e 34 a favor.
A rejeição marca uma derrota inédita para o governo Lula. Foi a primeira indicação ao Supremo a ser rejeitada em 132 anos. O caso mais próximo na história é o de Cândido Barata Ribeiro, principal precedente de uma indicação que não se consolidou no Senado, em 1894.
Uma foto publicada pelo Metrópoles, de autoria do fotógrafo Kebec Nogueira, que mostra o Advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias, saindo do Palácio do Alvorada, na noite desta quarta-feira (29/4), foi manipulada por inteligência artificial (IA).
A imagem original foi divulgada nas redes sociais do Metrópoles. Nela, o AGU, que teve rejeitada sua indicação para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), está no banco de trás do carro, mexendo no celular e ao lado da esposa, Karina Messias.
A foto falsa, no entanto, mostra Messias chorando dentro do veículo. A imagem circulou perfis na na internet, insinuando que ele teria essa reação por conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) depois do resultado do Congresso Nacional.
Derrota histórica
O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para a Suprema Corte com 42 votos contrários e 34 a favor.
A rejeição marca uma derrota inédita para o governo Lula. Foi a primeira indicação ao Supremo a ser rejeitada em 132 anos. O caso mais próximo na história é o de Cândido Barata Ribeiro, principal precedente de uma indicação que não se consolidou no Senado, em 1894.
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