Goiânia – A médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da capital goiana, Nágylla de la Rocha, fez um relato emocionante por meio das redes sociais ao contar como prestou socorro por meio de videochamada a um paciente que estava em parada cardiorrespiratória. O caso aconteceu durante o jogo entre Brasil e Japão pela Copa do Mundo 2026, nessa segunda-feira (29/6).
Veja o vídeo do atendimento:
Nas imagens, Nágylla explica os movimentos e diz como a pessoa que socorria o paciente deveria proceder. “Mais rápido. Mais rápido. Mais rápido. Segue esse ritmo. A chance que ele tem é essa, tá? A viatura já está a caminho”, disse.
Apesar das tentativas de reanimação do homem, que duraram cerca de uma hora, ele não resistiu. O torcedor chegou a voltar quatro vezes, durante o socorro feito pela pessoa que acionou a corporação e também durante o atendimento da equipe do Samu, mas acabou morrendo no local.
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Passou mal durante o jogo
A vítima, um homem de 60 anos, passou mal durante o jogo do Brasil pela Copa do Mundo. Segundo relatos, o homem estava em uma padaria, caiu da cadeira e bateu a cabeça no chão. Ele recebeu os primeiros socorros de pessoas que estavam no local e que acionaram o Samu.
“Enquanto milhões acompanhavam o jogo, em um local público, um homem assistia à partida quando, de repente, caiu da cadeira. A ligação chegou como uma queda, com sangramento na cabeça. Do outro lado da linha, um solicitante desesperado tentava explicar o que estava acontecendo. Até que ele disse uma frase que mudou completamente aquela ocorrência: “Dra., ele está roxo”, disse o relato da profissional.
Em sua publicação, Nágylla contou que durante um atendimento “cada segundo importa”. Conforme o relato da médica, com as informações que recebeu do solicitante, ela entendeu que a ocorrência havia deixado de ser sobre uma queda e passado a ser sobre uma parada cardiorrespiratória.
“Às vezes, salvar uma vida começa muito antes da ambulância chegar. Começa com alguém disposto a ligar, ouvir e agir. Você sabia que orientações dadas pela Central 192/193 podem fazer a diferença entre a vida e a morte?”, conclui ela.
Goiânia – A médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da capital goiana, Nágylla de la Rocha, fez um relato emocionante por meio das redes sociais ao contar como prestou socorro por meio de videochamada a um paciente que estava em parada cardiorrespiratória. O caso aconteceu durante o jogo entre Brasil e Japão pela Copa do Mundo 2026, nessa segunda-feira (29/6).
Veja o vídeo do atendimento:
Nas imagens, Nágylla explica os movimentos e diz como a pessoa que socorria o paciente deveria proceder. “Mais rápido. Mais rápido. Mais rápido. Segue esse ritmo. A chance que ele tem é essa, tá? A viatura já está a caminho”, disse.
Apesar das tentativas de reanimação do homem, que duraram cerca de uma hora, ele não resistiu. O torcedor chegou a voltar quatro vezes, durante o socorro feito pela pessoa que acionou a corporação e também durante o atendimento da equipe do Samu, mas acabou morrendo no local.
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Passou mal durante o jogo
A vítima, um homem de 60 anos, passou mal durante o jogo do Brasil pela Copa do Mundo. Segundo relatos, o homem estava em uma padaria, caiu da cadeira e bateu a cabeça no chão. Ele recebeu os primeiros socorros de pessoas que estavam no local e que acionaram o Samu.
“Enquanto milhões acompanhavam o jogo, em um local público, um homem assistia à partida quando, de repente, caiu da cadeira. A ligação chegou como uma queda, com sangramento na cabeça. Do outro lado da linha, um solicitante desesperado tentava explicar o que estava acontecendo. Até que ele disse uma frase que mudou completamente aquela ocorrência: “Dra., ele está roxo”, disse o relato da profissional.
Em sua publicação, Nágylla contou que durante um atendimento “cada segundo importa”. Conforme o relato da médica, com as informações que recebeu do solicitante, ela entendeu que a ocorrência havia deixado de ser sobre uma queda e passado a ser sobre uma parada cardiorrespiratória.
“Às vezes, salvar uma vida começa muito antes da ambulância chegar. Começa com alguém disposto a ligar, ouvir e agir. Você sabia que orientações dadas pela Central 192/193 podem fazer a diferença entre a vida e a morte?”, conclui ela.
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