Filhos e parentes de caciques políticos estão entre os candidatos que disputaram cargos nas eleições desse domingo (4/10). Entre eles estão nomes ligados às famílias Lira, Bolsonaro, Barbalho, Maranhãozinho e Brandão, que concorreram a vagas no Congresso, em Assembleias Legislativas e ao governo estadual.
Na disputa pela Câmara dos Deputados, Álvaro Lira (PP-AL), conhecido como Alvinho Lira, filho do ex-prsidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL), foi eleito com 172.628 votos votos.
No Maranhão, Josimar Júnior (PL-MA), filho do deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA), foi eleito deputado estadual com 83.112 votos.
A mulher do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), Gracinha Caiado (União), foi eleita senadora pelo estado na disputa de 2026. Esse será o primeiro mandato eletivo dela.
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do Metrópoles
Em Alagoas e no Amapá, Marina JHC (PSDB) e Rayssa Furlan (Podemos) foram eleitas.
A primeira é mulher de João Henrique Caldas, escolhido como governador de Alagoas neste pleito. A segunda é casada com Antônio Paulo de Oliveira Furlan, o Dr. Furlan, eleito governador do Amapá.
No Pará, Helder Barbalho foi eleito para o Senado depois de governar o estado por dois mandatos. Seu pai, o senador Jader Barbalho (MDB), será seu primeiro suplente.
Arthur Lira (PP), eleito senador por Alagoas ao lado de Marina JHC. Ele é filho do ex-senador Benedito de Lira.
Eleita por Pernambuco, Marília Arraes (PDT) é neta do ex-governador Miguel Arraes e chegará ao Senado após mandatos como vereadora do Recife e como deputada.
Não conseguiram
Também no estado maranhense, Orleans Brandão (MDB-MA), sobrinho do governador Carlos Brandão (MDB-MA), foi derrotado na disputa pelo governo do estado contra o advogado e ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD). O adversário foi eleito em primeiro turno com 54,03% dos votos válidos contra 34,76% do emedebista.
Para a Assembleia Legislativa do Pará, Nay Barbalho (MDB-PA), filha do senador Jader Barbalho (MDB-PA) e de Elcione Barbalho (MDB-PA), teve 28.825 votos e não foi eleita.
Em São Paulo, Marcelo Bolsonaro (PL-SP), integrante da família Bolsonaro, teve pouco mais de 8 mil votos e não foi eleito para o cargo de deputado estadual.
Clã Bolsonaro
A família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminou as eleições desse domingo (4/10) com quatro eleitos e dois suplentes, além do senador Flávio Bolsonaro no segundo turno da corrida ao Palácio do Planalto.
Jair Renan Bolsonaro (PL), filho 04 do ex-presidente, foi eleito deputado federal por Santa Catarina com 131 mil votos votos. Vereador por Balneário Camboriú (SC), ele disputou pela primeira vez uma vaga no Congresso Nacional.
No Distrito Federal, a eleição marcou a estreia de Michelle Bolsonaro (PL) como candidata. A ex-primeira-dama foi eleita senadora e recebeu 29,1% dos votos (cerca de 938 mil votos), terminando a disputa na liderança.
Já Eduardo Torres (PL), outro irmão de Michelle, tentou conquistar uma vaga de deputado distrital, mas não conseguiu se eleger. Ele recebeu 17.314 votos e ficou como suplente.
Carlos Bolsonaro (PL), que construiu toda a carreira eleitoral no Rio de Janeiro, deixou o estado depois de sete mandatos consecutivos como vereador e entrou na disputa por uma das duas vagas catarinenses no Senado. Nesse domingo, ele foi eleito para um mandato de oito anos. Carlos recebeu mais de 2 milhões de votos e terminou em segundo lugar na disputa.
Filhos e parentes de caciques políticos estão entre os candidatos que disputaram cargos nas eleições desse domingo (4/10). Entre eles estão nomes ligados às famílias Lira, Bolsonaro, Barbalho, Maranhãozinho e Brandão, que concorreram a vagas no Congresso, em Assembleias Legislativas e ao governo estadual.
Na disputa pela Câmara dos Deputados, Álvaro Lira (PP-AL), conhecido como Alvinho Lira, filho do ex-prsidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL), foi eleito com 172.628 votos votos.
No Maranhão, Josimar Júnior (PL-MA), filho do deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA), foi eleito deputado estadual com 83.112 votos.
A mulher do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), Gracinha Caiado (União), foi eleita senadora pelo estado na disputa de 2026. Esse será o primeiro mandato eletivo dela.
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Em Alagoas e no Amapá, Marina JHC (PSDB) e Rayssa Furlan (Podemos) foram eleitas.
A primeira é mulher de João Henrique Caldas, escolhido como governador de Alagoas neste pleito. A segunda é casada com Antônio Paulo de Oliveira Furlan, o Dr. Furlan, eleito governador do Amapá.
No Pará, Helder Barbalho foi eleito para o Senado depois de governar o estado por dois mandatos. Seu pai, o senador Jader Barbalho (MDB), será seu primeiro suplente.
Arthur Lira (PP), eleito senador por Alagoas ao lado de Marina JHC. Ele é filho do ex-senador Benedito de Lira.
Eleita por Pernambuco, Marília Arraes (PDT) é neta do ex-governador Miguel Arraes e chegará ao Senado após mandatos como vereadora do Recife e como deputada.
Não conseguiram
Também no estado maranhense, Orleans Brandão (MDB-MA), sobrinho do governador Carlos Brandão (MDB-MA), foi derrotado na disputa pelo governo do estado contra o advogado e ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD). O adversário foi eleito em primeiro turno com 54,03% dos votos válidos contra 34,76% do emedebista.
Para a Assembleia Legislativa do Pará, Nay Barbalho (MDB-PA), filha do senador Jader Barbalho (MDB-PA) e de Elcione Barbalho (MDB-PA), teve 28.825 votos e não foi eleita.
Em São Paulo, Marcelo Bolsonaro (PL-SP), integrante da família Bolsonaro, teve pouco mais de 8 mil votos e não foi eleito para o cargo de deputado estadual.
Clã Bolsonaro
A família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminou as eleições desse domingo (4/10) com quatro eleitos e dois suplentes, além do senador Flávio Bolsonaro no segundo turno da corrida ao Palácio do Planalto.
Jair Renan Bolsonaro (PL), filho 04 do ex-presidente, foi eleito deputado federal por Santa Catarina com 131 mil votos votos. Vereador por Balneário Camboriú (SC), ele disputou pela primeira vez uma vaga no Congresso Nacional.
No Distrito Federal, a eleição marcou a estreia de Michelle Bolsonaro (PL) como candidata. A ex-primeira-dama foi eleita senadora e recebeu 29,1% dos votos (cerca de 938 mil votos), terminando a disputa na liderança.
Já Eduardo Torres (PL), outro irmão de Michelle, tentou conquistar uma vaga de deputado distrital, mas não conseguiu se eleger. Ele recebeu 17.314 votos e ficou como suplente.
Carlos Bolsonaro (PL), que construiu toda a carreira eleitoral no Rio de Janeiro, deixou o estado depois de sete mandatos consecutivos como vereador e entrou na disputa por uma das duas vagas catarinenses no Senado. Nesse domingo, ele foi eleito para um mandato de oito anos. Carlos recebeu mais de 2 milhões de votos e terminou em segundo lugar na disputa.
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