Lula sobre Flávio: ‘Quem imaginava que estaria pegando milhões para filme do pai?’ – Jovem Pan

Presidente comentou a relação entre o senador e Daniel Vorcaro após vazamentos de conversas sobre o filme ‘Dark Horse’ e afirmou que ‘ainda vai aparecer mais coisa’ sobre o caso

Foto: Ricardo Stuckert / PR
“Ninguém imaginava. E isso é apenas o que a gente sabe agora”, afirmou durante o evento.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que “ainda vão aparecer muito mais coisa” sobre a relação entre o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

“Nós nunca vamos atrás da ‘Lei Daniel Vorcaro’ para financiar nenhum artista brasileiro. E ainda vai aparecer muito mais coisa”, disse na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura e anúncio de ações para a Cultura em Aracruz (ES).

Aos artistas, Lula disse que eles sabem quantas ameaças receberam “porque iam buscar um dinheirinho na Lei Rouanet“. “E todo mundo era muito criticado, todo mundo era achincalhado. Aliás, a cultura como um todo era achincalhada”, afirmou.

Ainda em referência a Flávio, Lula disse que ninguém imaginava que “aquele menino que parecia ser o mais santo da família Bolsonaro estaria pegando milhões para fazer um filme do pai“. “Ninguém imaginava. E isso é apenas o que a gente sabe agora”, afirmou durante o evento.

O presidente ainda voltou a criticar a inteligência artificial (IA) na campanha eleitoral e disse que não se pode votar “em mentira” ou em “coisa abstrata”. “A inteligência artificial não poderia servir para política”, reforçou.

“Tem gente que acha que eu sou contra a internet. Eu não sou bobo de ser contra a internet. A internet é uma coisa que veio para revolucionar. O que eu sou contra é que o ser humano está perdendo o controle dos algoritmos e está virando algoritmo”, afirmou.

Lula ainda comentou que não se incomoda de ser cobrado, mas que o que “incomoda de verdade é a gente não ter competência de fazer tudo que a sociedade brasileira precisa e tudo que a cultura merece neste país”.

 



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Presidente comentou a relação entre o senador e Daniel Vorcaro após vazamentos de conversas sobre o filme ‘Dark Horse’ e afirmou que ‘ainda vai aparecer mais coisa’ sobre o caso

Foto: Ricardo Stuckert / PR18.05.2026 - Anúncio de investimentos da Petrobras em São Paulo 18.05.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante anúncio de investimentos da Petrobras em São Paulo, na Rodovia SP 332, Km 130 – Bonfim, Paulínia - SP. Foto: Ricardo Stuckert / PR
“Ninguém imaginava. E isso é apenas o que a gente sabe agora”, afirmou durante o evento.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que “ainda vão aparecer muito mais coisa” sobre a relação entre o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

“Nós nunca vamos atrás da ‘Lei Daniel Vorcaro’ para financiar nenhum artista brasileiro. E ainda vai aparecer muito mais coisa”, disse na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura e anúncio de ações para a Cultura em Aracruz (ES).

Aos artistas, Lula disse que eles sabem quantas ameaças receberam “porque iam buscar um dinheirinho na Lei Rouanet“. “E todo mundo era muito criticado, todo mundo era achincalhado. Aliás, a cultura como um todo era achincalhada”, afirmou.

Ainda em referência a Flávio, Lula disse que ninguém imaginava que “aquele menino que parecia ser o mais santo da família Bolsonaro estaria pegando milhões para fazer um filme do pai“. “Ninguém imaginava. E isso é apenas o que a gente sabe agora”, afirmou durante o evento.

O presidente ainda voltou a criticar a inteligência artificial (IA) na campanha eleitoral e disse que não se pode votar “em mentira” ou em “coisa abstrata”. “A inteligência artificial não poderia servir para política”, reforçou.

“Tem gente que acha que eu sou contra a internet. Eu não sou bobo de ser contra a internet. A internet é uma coisa que veio para revolucionar. O que eu sou contra é que o ser humano está perdendo o controle dos algoritmos e está virando algoritmo”, afirmou.

Lula ainda comentou que não se incomoda de ser cobrado, mas que o que “incomoda de verdade é a gente não ter competência de fazer tudo que a sociedade brasileira precisa e tudo que a cultura merece neste país”.

 

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