Maioria confia nas urnas eletrônicas, diz Meio/Ideia

A maioria dos brasileiros declara ter algum nível de confiança nas urnas eletrônicas, segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (5/8).

Ao todo, 57,5% dos entrevistados afirmam confiar no sistema eleitoral, seja muito ou pouco.

O levantamento, porém, mostra que quase um quarto da população ainda não confia nas urnas.

De acordo com a pesquisa, 35,3% dos entrevistados dizem confiar muito no sistema de votação eletrônica. Outros 22,2% afirmam confiar pouco.

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do Metrópoles

Somadas, as duas parcelas representam 57,5% da amostra e indicam que mais da metade dos brasileiros mantém algum grau de confiança na segurança das urnas eletrônicas.

Na outra ponta, 24,3% afirmam não confiar no sistema eleitoral eletrônico. Outros 18,1% não souberam ou não quiseram opinar.

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 entrevistados entre 31 de julho e 3 de agosto de 2026, e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-04579/2026.

O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

Alunos da rede pública de ensino fazem aulão e simulação de voto em evento de 30 anos da urna eletrônica na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
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Alunos da rede pública de ensino fazem aulão e simulação de voto em evento de 30 anos da urna eletrônica na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Maioria confia nas urnas eletrônicas, diz Meio/Ideia - imagem 2
2 de 3VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Maioria confia nas urnas eletrônicas, diz Meio/Ideia - imagem 3
3 de 3Vinicius Schmidt/Metropoles

Entenda como funciona a urna eletrônica

  • As urnas eletrônicas são utilizadas no Brasil para registrar os votos dos eleitores e permitir a apuração dos resultados das eleições.
  • O equipamento substitui as antigas cédulas de papel e registra cada voto de forma eletrônica, sem conexão com a internet durante a votação.
  • O processo não se resume ao funcionamento da urna: envolve preparação dos equipamentos, testes de segurança, fiscalização por partidos e entidades autorizadas, além de mecanismos de auditoria e verificação conduzidos pela Justiça Eleitoral.
  • Ao fim da votação, cada urna gera um Boletim de Urna, com a quantidade de votos registrados naquela seção, e os dados são posteriormente utilizados na totalização dos resultados da eleição.

Jovens têm maior desconfiança parcial

A pesquisa também aponta uma diferença entre as faixas etárias. Entre os entrevistados de 16 a 24 anos, 31,4% afirmam confiar pouco nas urnas eletrônicas.

O índice é superior à média geral de 22,2% e coloca a faixa etária entre os grupos com maior concentração de confiança parcial no sistema.

O resultado ocorre em um cenário de debate sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas e a segurança do processo eleitoral brasileiro, especialmente às vésperas das eleições de 2026.



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A maioria dos brasileiros declara ter algum nível de confiança nas urnas eletrônicas, segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (5/8).

Ao todo, 57,5% dos entrevistados afirmam confiar no sistema eleitoral, seja muito ou pouco.

O levantamento, porém, mostra que quase um quarto da população ainda não confia nas urnas.

De acordo com a pesquisa, 35,3% dos entrevistados dizem confiar muito no sistema de votação eletrônica. Outros 22,2% afirmam confiar pouco.

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Somadas, as duas parcelas representam 57,5% da amostra e indicam que mais da metade dos brasileiros mantém algum grau de confiança na segurança das urnas eletrônicas.

Na outra ponta, 24,3% afirmam não confiar no sistema eleitoral eletrônico. Outros 18,1% não souberam ou não quiseram opinar.

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 entrevistados entre 31 de julho e 3 de agosto de 2026, e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-04579/2026.

O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

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Entenda como funciona a urna eletrônica

  • As urnas eletrônicas são utilizadas no Brasil para registrar os votos dos eleitores e permitir a apuração dos resultados das eleições.
  • O equipamento substitui as antigas cédulas de papel e registra cada voto de forma eletrônica, sem conexão com a internet durante a votação.
  • O processo não se resume ao funcionamento da urna: envolve preparação dos equipamentos, testes de segurança, fiscalização por partidos e entidades autorizadas, além de mecanismos de auditoria e verificação conduzidos pela Justiça Eleitoral.
  • Ao fim da votação, cada urna gera um Boletim de Urna, com a quantidade de votos registrados naquela seção, e os dados são posteriormente utilizados na totalização dos resultados da eleição.

Jovens têm maior desconfiança parcial

A pesquisa também aponta uma diferença entre as faixas etárias. Entre os entrevistados de 16 a 24 anos, 31,4% afirmam confiar pouco nas urnas eletrônicas.

O índice é superior à média geral de 22,2% e coloca a faixa etária entre os grupos com maior concentração de confiança parcial no sistema.

O resultado ocorre em um cenário de debate sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas e a segurança do processo eleitoral brasileiro, especialmente às vésperas das eleições de 2026.

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