Minha Casa, Minha Vida: veja imóveis que governo cederá para moradia

O governo federal decidiu disponibilizar seis prédios da União, localizados em quatro estados e pertencentes ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para construção e reforma de moradias destinadas a famílias de baixa renda, no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

A ação deve resultar em 909 unidades habitacionais em São Paulo (SP), Campinas (SP), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e Maceió (AL).

O prédio de 11 pavimentos na Avenida 9 de julho, em São Paulo, já foi utilizado pelo Ministério da Saúde e está ocupado por 80 famílias desde 2023
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O prédio de 11 pavimentos na Avenida 9 de julho, em São Paulo, já foi utilizado pelo Ministério da Saúde e está ocupado por 80 famílias desde 2023

Reprodução/Governo federal

O prédio de 13 pavimentos na Lapa, Rio de Janeiro, está sem destinação há 40 anos e já foi ocupado diversas vezes
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O prédio de 13 pavimentos na Lapa, Rio de Janeiro, está sem destinação há 40 anos e já foi ocupado diversas vezes

Reprodução/Governo federal

À esquerda: em Campinas, prédio na Rua General Osório ocupado por 60 famílias; ao centro, em Porto Alegre, o prédio na Travessa Mário Cinco Paus está ocupado desde maio de 2024; à direita, edifício da Rua Martins Fontes, em São Paulo
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À esquerda: em Campinas, prédio na Rua General Osório ocupado por 60 famílias; ao centro, em Porto Alegre, o prédio na Travessa Mário Cinco Paus está ocupado desde maio de 2024; à direita, edifício da Rua Martins Fontes, em São Paulo

Reprodução/Governo federal

O imóvel térreo na Av. Dona Constança Goes Monteiro, zona central de Maceió, está em fase de conciliação na Justiça Federal
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O imóvel térreo na Av. Dona Constança Goes Monteiro, zona central de Maceió, está em fase de conciliação na Justiça Federal

Reprodução/Governo federal

Na capital gaúcha, por exemplo, o edifício de 22 andares que será destinado ao programa fica no centro da cidade e foi sede regional do INSS. Sozinho, tem potencial para 424 moradias. O prédio abriga, desde a enchente de 2024, cerca de 120 famílias, na ocupação Maria da Conceição Tavares.

Para executar a projeto, o governo vai aceitar, até 31 de maio, propostas de entidades sem fins lucrativos, habilitadas no MCMV, segundo consta na portaria da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), pasta pertencente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), publicada no Diário Oficial da União (DOU) nessa segunda-feira (25/5).

O resultado sai em 12 de junho, conforme cronograma divulgado nesta terça.

Atualmente, os imóveis são ocupados por movimentos sociais de luta por moradia. A prioridade é contemplar o atendimento a essas famílias, desde que se enquadrem nos requisitos do MCMV-Entidades.

“Além do uso habitacional, a destinação ao MCMV-E também solucionará as disputas judiciais em torno dos imóveis e reduzirá o abandono de prédios públicos federais”, informou o MGI.



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O governo federal decidiu disponibilizar seis prédios da União, localizados em quatro estados e pertencentes ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para construção e reforma de moradias destinadas a famílias de baixa renda, no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

A ação deve resultar em 909 unidades habitacionais em São Paulo (SP), Campinas (SP), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e Maceió (AL).

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O prédio de 11 pavimentos na Avenida 9 de julho, em São Paulo, já foi utilizado pelo Ministério da Saúde e está ocupado por 80 famílias desde 2023
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O prédio de 11 pavimentos na Avenida 9 de julho, em São Paulo, já foi utilizado pelo Ministério da Saúde e está ocupado por 80 famílias desde 2023

Reprodução/Governo federal

O prédio de 13 pavimentos na Lapa, Rio de Janeiro, está sem destinação há 40 anos e já foi ocupado diversas vezes
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O prédio de 13 pavimentos na Lapa, Rio de Janeiro, está sem destinação há 40 anos e já foi ocupado diversas vezes

Reprodução/Governo federal

À esquerda: em Campinas, prédio na Rua General Osório ocupado por 60 famílias; ao centro, em Porto Alegre, o prédio na Travessa Mário Cinco Paus está ocupado desde maio de 2024; à direita, edifício da Rua Martins Fontes, em São Paulo
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À esquerda: em Campinas, prédio na Rua General Osório ocupado por 60 famílias; ao centro, em Porto Alegre, o prédio na Travessa Mário Cinco Paus está ocupado desde maio de 2024; à direita, edifício da Rua Martins Fontes, em São Paulo

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O imóvel térreo na Av. Dona Constança Goes Monteiro, zona central de Maceió, está em fase de conciliação na Justiça Federal
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O imóvel térreo na Av. Dona Constança Goes Monteiro, zona central de Maceió, está em fase de conciliação na Justiça Federal

Reprodução/Governo federal

Na capital gaúcha, por exemplo, o edifício de 22 andares que será destinado ao programa fica no centro da cidade e foi sede regional do INSS. Sozinho, tem potencial para 424 moradias. O prédio abriga, desde a enchente de 2024, cerca de 120 famílias, na ocupação Maria da Conceição Tavares.

Para executar a projeto, o governo vai aceitar, até 31 de maio, propostas de entidades sem fins lucrativos, habilitadas no MCMV, segundo consta na portaria da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), pasta pertencente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), publicada no Diário Oficial da União (DOU) nessa segunda-feira (25/5).

O resultado sai em 12 de junho, conforme cronograma divulgado nesta terça.

Atualmente, os imóveis são ocupados por movimentos sociais de luta por moradia. A prioridade é contemplar o atendimento a essas famílias, desde que se enquadrem nos requisitos do MCMV-Entidades.

“Além do uso habitacional, a destinação ao MCMV-E também solucionará as disputas judiciais em torno dos imóveis e reduzirá o abandono de prédios públicos federais”, informou o MGI.

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