O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, deve ir à Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27/5) para explicar a atuação da Polícia Federal nos Estados Unidos na prisão do deputado cassado Alexandre Ramagem.
Wellington César Lima e Silva foi convocado pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Casa por requerimentos dos deputados Marcel van Hattem (Novo-RS), Helio Lopes (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).
De acordo com o requerimento, o ministro deverá explicar a atuação da Polícia Federal no monitoramento de Ramagem, nos Estados Unidos, e a crise diplomática com o país, que resultou na expulsão do delegado da Polícia Federal, Marcelo Ivo de Carvalho, do território norte-americano.
O pedido diz que a convocação “se dá diante de inconsistências públicas quanto à natureza do ocorrido, e de informações sobre a atuação de delegado da Polícia Federal, na condição de oficial de ligação em missão institucional no exterior, com potenciais repercussões no plano diplomático”.
Caso Ramagem
O ex-deputado foi preso em 13 de abril, em Orlando, nos Estados Unidos, pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) por estar com o visto vencido. Ramagem, no entanto, foi solto poucos dias depois, por ter um pedido de asilo pendente de análise.
No dia da prisão, a Polícia Federal divulgou uma nota, afirmando que a detenção de Ramagem tinha ocorrido “em cooperação internacional entre Brasil e EUA”.
Uma semana após a prisão de Ramagem, os Estados Unidos anunciaram a expulsão do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, sob alegações de tentativa de manipulação em processo de extradição.
“Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território dos EUA. Hoje, solicitamos que o funcionário brasileiro relevante deixe nossa nação por tentar fazer isso”, afirmou o WHA em publicação nas redes sociais.
Com a decisão dos EUA, o Brasil fez o gesto de reciprocidade e também expulsou a representante norte-americana do território brasileiro
Ramagem é considerado foragido do Brasil desde setembro do ano passado. Ele foi condenado a 16 anos de prisão pelo envolvimento na trama golpista. O pedido de extradição de Ramagem foi formalizado em dezembro pelo Ministério da Justiça à Embaixada do Brasil em Washington, que enviou a documentação ao Departamento de Estado dos EUA.
O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, deve ir à Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27/5) para explicar a atuação da Polícia Federal nos Estados Unidos na prisão do deputado cassado Alexandre Ramagem.
Wellington César Lima e Silva foi convocado pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Casa por requerimentos dos deputados Marcel van Hattem (Novo-RS), Helio Lopes (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).
De acordo com o requerimento, o ministro deverá explicar a atuação da Polícia Federal no monitoramento de Ramagem, nos Estados Unidos, e a crise diplomática com o país, que resultou na expulsão do delegado da Polícia Federal, Marcelo Ivo de Carvalho, do território norte-americano.
O pedido diz que a convocação “se dá diante de inconsistências públicas quanto à natureza do ocorrido, e de informações sobre a atuação de delegado da Polícia Federal, na condição de oficial de ligação em missão institucional no exterior, com potenciais repercussões no plano diplomático”.
Caso Ramagem
O ex-deputado foi preso em 13 de abril, em Orlando, nos Estados Unidos, pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) por estar com o visto vencido. Ramagem, no entanto, foi solto poucos dias depois, por ter um pedido de asilo pendente de análise.
No dia da prisão, a Polícia Federal divulgou uma nota, afirmando que a detenção de Ramagem tinha ocorrido “em cooperação internacional entre Brasil e EUA”.
Uma semana após a prisão de Ramagem, os Estados Unidos anunciaram a expulsão do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, sob alegações de tentativa de manipulação em processo de extradição.
“Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território dos EUA. Hoje, solicitamos que o funcionário brasileiro relevante deixe nossa nação por tentar fazer isso”, afirmou o WHA em publicação nas redes sociais.
Com a decisão dos EUA, o Brasil fez o gesto de reciprocidade e também expulsou a representante norte-americana do território brasileiro
Ramagem é considerado foragido do Brasil desde setembro do ano passado. Ele foi condenado a 16 anos de prisão pelo envolvimento na trama golpista. O pedido de extradição de Ramagem foi formalizado em dezembro pelo Ministério da Justiça à Embaixada do Brasil em Washington, que enviou a documentação ao Departamento de Estado dos EUA.
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