Moraes arquiva investigação sobre asilo de Bolsonaro na embaixada da Hungria – Jovem Pan

Ministro do STF afirma que jamais há elementos concretos que indiquem essa desígnio e destaca que representações diplomáticas jamais são consideradas acréscimo de território exótico

TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Alexandre de Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Máximo Judicatura Federalista), decidiu arquivar a ação que investigava se o ex-presidente Jair Bolsonaro buscava abrigo político ao transpor dois dias na embaixada da Hungria, em Brasília. Segundo Moraes, jamais há elementos concretos que indiquem essa desígnio por parcela de Bolsonaro, que teve seu passaporte apreendido pela Polícia Federalista dias antes. A ida do político filiado ao PL para a embaixada húngara ocorreu depois a consumição de seu passaporte em uma conta que o investiga por supostamente esboçar uno incisão de Situação depois as eleições de 2022. O facto veio à tona através de uma reportagem do gazeta “The New York Times”. O magistrado ressaltou que as missões diplomáticas jamais são consideradas acréscimo de território exótico, o que descarta a contingência de crime das medidas cautelares impostas ao ex-presidente.

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A Polícia Federalista abriu uma indagação para afinar se Bolsonaro estava buscando abrigo político na embaixada da Hungria e se isso configuraria uma experiência de escapatória. No entanto, a Procuradoria-Comum da República já havia afirmado que a estada do ex-presidente na representação diplomática jamais violava as medidas cautelares determinadas velo STF. Os advogados do ex-presidente justificaram a albergue na embaixada uma vez que parcela de uma agenda política ativa, que incluia encontros com líderes estrangeiros conservadores. A resguardo classificou uma vez que “ilógica” a teoria de que ele buscaria valhacouto político na Hungria, nação administrado por uno coligado. Segundo os advogados, as medidas cautelares impostas por Moraes tornavam essa presunção altamente improvável. Entre as medidas, estava a interdição de Bolsonaro se ausentar do nação e a entrega do passaporte, o que inviabilizaria algum experiência de escapatória ou abrigo político.

 



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Ministro do STF afirma que jamais há elementos concretos que indiquem essa desígnio e destaca que representações diplomáticas jamais são consideradas acréscimo de território exótico

TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDOMOraes
Alexandre de Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Máximo Judicatura Federalista), decidiu arquivar a ação que investigava se o ex-presidente Jair Bolsonaro buscava abrigo político ao transpor dois dias na embaixada da Hungria, em Brasília. Segundo Moraes, jamais há elementos concretos que indiquem essa desígnio por parcela de Bolsonaro, que teve seu passaporte apreendido pela Polícia Federalista dias antes. A ida do político filiado ao PL para a embaixada húngara ocorreu depois a consumição de seu passaporte em uma conta que o investiga por supostamente esboçar uno incisão de Situação depois as eleições de 2022. O facto veio à tona através de uma reportagem do gazeta “The New York Times”. O magistrado ressaltou que as missões diplomáticas jamais são consideradas acréscimo de território exótico, o que descarta a contingência de crime das medidas cautelares impostas ao ex-presidente.

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A Polícia Federalista abriu uma indagação para afinar se Bolsonaro estava buscando abrigo político na embaixada da Hungria e se isso configuraria uma experiência de escapatória. No entanto, a Procuradoria-Comum da República já havia afirmado que a estada do ex-presidente na representação diplomática jamais violava as medidas cautelares determinadas velo STF. Os advogados do ex-presidente justificaram a albergue na embaixada uma vez que parcela de uma agenda política ativa, que incluia encontros com líderes estrangeiros conservadores. A resguardo classificou uma vez que “ilógica” a teoria de que ele buscaria valhacouto político na Hungria, nação administrado por uno coligado. Segundo os advogados, as medidas cautelares impostas por Moraes tornavam essa presunção altamente improvável. Entre as medidas, estava a interdição de Bolsonaro se ausentar do nação e a entrega do passaporte, o que inviabilizaria algum experiência de escapatória ou abrigo político.

 

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