MP-SP faz operação contra corrupção e mira servidores da Secretária Estadual da Fazenda   – Jovem Pan

Investigações apuram esquema estruturado de corrupção em ressarcimento de ICMS-ST; mandados são cumpridos em quatro cidades

Reprodução
Mandados estão sendo cumpridos em quatro cidades.

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), por meio do Grupo Especial de Repressão a Delitos Econômicos (GEDEC), realiza na manhã desta quinta-feira (27) a Operação Fisco Paralelo, contra um esquema de corrupção e fraudes tributárias ligadas à Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz). 

A ação cumpre 22 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Campinas, Vinhedo e São José dos Campos. A investigação apura esquema estruturado de corrupção destinado à manipulação indevida de créditos acumulados de ICMS-ST, com possível pagamento de vantagens ilícitas e crime de lavagem de dinheiro por parte de funcionários do governo de São Paulo.

A ação é realizada em endereços vinculados a servidores lotados em diferentes órgãos da Secretaria da Fazenda de SP, incluindo a Delegacia Regional Tributária da Capital II (Lapa), a Delegacia Regional Tributária da Capital III (Butantã), a Delegacia Regional Tributária 12 (DRT-12 – ABCD), a Delegacia Regional Tributária 14 (DRT-14 – Osasco) e a Diretoria de Fiscalização (DIFIS).

A operação conta com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do CyberGaeco, do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e da Polícia Militar. O objetivo é reunir provas e desarticular a organização criminosa investigada.

A reportagem da Jovem Pan entrou contato com a Sefaz-SP para obter posicionamento sobre a operação. O espaço está aberto para manifestação.

GEDEC mira esquema de corrupção para ressarcir tributos com Operação Fisco Paralelo Mandados estão sendo cumpridos em quatro cidades

A investigação apura esquema estruturado de corrupção destinado à manipulação indevida de créditos acumulados de ICMS, com possível pagamento de vantagens ilícitas e crime de lavagem de dinheiro .



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Investigações apuram esquema estruturado de corrupção em ressarcimento de ICMS-ST; mandados são cumpridos em quatro cidades

Reprodução GEDEC mira esquema de corrupção para ressarcir tributos com Operação Fisco Paralelo Mandados estão sendo cumpridos em quatro cidades
Mandados estão sendo cumpridos em quatro cidades.

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), por meio do Grupo Especial de Repressão a Delitos Econômicos (GEDEC), realiza na manhã desta quinta-feira (27) a Operação Fisco Paralelo, contra um esquema de corrupção e fraudes tributárias ligadas à Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz). 

A ação cumpre 22 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Campinas, Vinhedo e São José dos Campos. A investigação apura esquema estruturado de corrupção destinado à manipulação indevida de créditos acumulados de ICMS-ST, com possível pagamento de vantagens ilícitas e crime de lavagem de dinheiro por parte de funcionários do governo de São Paulo.

A ação é realizada em endereços vinculados a servidores lotados em diferentes órgãos da Secretaria da Fazenda de SP, incluindo a Delegacia Regional Tributária da Capital II (Lapa), a Delegacia Regional Tributária da Capital III (Butantã), a Delegacia Regional Tributária 12 (DRT-12 – ABCD), a Delegacia Regional Tributária 14 (DRT-14 – Osasco) e a Diretoria de Fiscalização (DIFIS).

A operação conta com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do CyberGaeco, do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e da Polícia Militar. O objetivo é reunir provas e desarticular a organização criminosa investigada.

A reportagem da Jovem Pan entrou contato com a Sefaz-SP para obter posicionamento sobre a operação. O espaço está aberto para manifestação.

GEDEC mira esquema de corrupção para ressarcir tributos com Operação Fisco Paralelo Mandados estão sendo cumpridos em quatro cidades

A investigação apura esquema estruturado de corrupção destinado à manipulação indevida de créditos acumulados de ICMS, com possível pagamento de vantagens ilícitas e crime de lavagem de dinheiro .

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