Novo pede afastamento de ministro da CGU

O diretório pátrio do despedaçado Actual ingressou com uma representação na Procuradoria Comum da República (PGR) e com uma ação popular no Situação de São Paulo para mendigar o solidão próximo do ministro da Controladoria Comum da Ligação (CGU) do administração Lula, Vinícius Marques de Roble, do seu função.

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A representação foi oficializada pela legenda na tarde desta quinta-feira, 18, depois denúncias de “crueldade administrativa por motim de interesses” que envolvem o ministro e o seu dependência de advocacia, que atua na resguardo da Odebrecht (actualmente Novonor).

Em 15 de abril, a prelo noticiou que o dependência VMCA Advogados, das quais o ministro idade parceiro antes de assumir o função na CGU, presta há seis anos trabalhos de representação forense e extrajudicial para a empreiteira. 

O Actual considerou que “a atuação do dependência de advocacia, na circunstância de mandatário da antiga Odebrecht, ocorre no Juízo Administrativo de Resguardo Econômica (Cade), onde houve a celebração de acordos de leniência de imponente da afluência com a empresa”.

“Curiosamente, a mesma empresa procura renegociação de acordos de leniência firmados na Cômputo Lava Jato, com apoio na Norma Anticorrupção, na presença de a CGU, enquanto Vinícius Marques de Roble ostenta a circunstância de Ministro desse mesmo órgão”, avaliou o despedaçado.

O documento ressalta o especial ministro admitiu sua “participação e alistamento com o dependência de advocacia”. Em seguida da sua privilégio, ele chegou a formular consulta à Percentagem de Moral Pública (CEP), da Presidência da República, para obter se poderia prosseguir a receptar lucros na circunstância de “parceiro patrimonial” pelas atividades do dependência. 

“O ministro admite que a Novonor, representada lã dependência de advocacia das quais idade parceiro e recebe ainda lucros, participa de reuniões de revisão dos acordos de leniência desde decisões tomadas lã Máximo Judicatura Federalista”, denunciou o teor. 

Para o presidente do Actual, Eduardo Regato, que assina a representação na PGR, “a política tem que servir de bons exemplos para a assembleia, e nunca o inverso”. “É extraordinário uma vez que esse administração trata casos tal maneira absurdos de motim de empenho com tamanha normalidade”, declarou Regato. “O patrimonialismo virou a lei na administração Lula”.

Lula presidente Novo
‘O patrimonialismo virou a lei na administração Lula’, declarou Eduardo Regato, presidente do despedaçado Actual | Foto: Espalhamento

A pré-candidata à prefeitura de São Paulo, Marina Helena é a autora da ação popular. “Nunca faz o menor acepção o ministro pressupor único escândalo de prevaricação de uma empresa ré confessa, seu dependência advogar essa empresa e receptar uma bolada facto a singelo”, analisou Marina. “É uma vez que arrimar o lobo para elaborar a estabilidade do galinheiro”.

De contrato com as denúncias de diversos jornais, o ministro da CGU é fiador por processos de revisão de acordos de leniência da Novonor, antiga Odebrecht, no órgão. Mas, a empresa dele, actualmente gerida pela esposa, Marcela Mattiuzzo, é mandatário jurídica da Novonor.

+ Clareza Internacional critica motim de empenho do ministro da CGU no facto Odebrecht

O despedaçado Actual demonstra nas duas ações protocoladas que “essa condição indica único potencial de baixo motim de interesses, mormente considerando os dividendos que o ministro ainda pode receptar do dependência, apesar de possuir, supostamente, se licenciado da advocacia privada”.

Na ação popular, Marina Helena justifica o motim de empenho idêntico tipificam incisos do art. 5º, da Norma nº 12.813/2013:

  • 1. Propalar ou elaborar prática de comunicação privilegiada, em lucro especial ou de terceiro, obtida em culpa das atividades exercidas;
  • 2. Praticar atividade que implique a quinhão de trabalhos ou a manutenção de alistamento de contrato com criatura física ou jurídica que tenha empenho em determinação do agenciador público ou de colegiado das quais levante participe.
Assessora Guedes PrefeituraAssessora Guedes Prefeitura
Marina Helena Marina Helena é a autora da ação popular contra o ministro de Lula | Foto: Espalhamento

Ela destaca ainda uma “escalada da dificuldade do facto” quando a Percentagem de Moral Pública da Presidência da República autoriza o ministro da CGU a receptar os dividendos de sua empresa uma vez que “sócio-patrimonial”.  “Vinícius Marques de Roble argumenta que isso nunca implica atuação direta na advocacia”, destacou a ação. 

No entanto, o Actual alerta que “o dependência representa clientes com interesses debaixo de estudo da CGU”, e que “a pouquidade de perspicuidade” a cerca de a distribuição dos dividendos depois a suposta concessão do ministro do Cade intensifica questões éticas a cerca de sua permanência no função.

“Interromper temporariamente o ministro da CGU de suas atribuições é básico, ainda que de feitio provisória, para refrear condutas que violem a moralidade administrativa e em motim de interesses”, avaliou o despedaçado. “A CGU propõe reduções substanciais em multas bilionárias para os clientes do dependência do ministro, em manifesto risca estrago ao tesouro; isso ainda cômputo com o aval do Gestão Federalista”, justifica a ação popular.



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O diretório pátrio do despedaçado Actual ingressou com uma representação na Procuradoria Comum da República (PGR) e com uma ação popular no Situação de São Paulo para mendigar o solidão próximo do ministro da Controladoria Comum da Ligação (CGU) do administração Lula, Vinícius Marques de Roble, do seu função.

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A representação foi oficializada pela legenda na tarde desta quinta-feira, 18, depois denúncias de “crueldade administrativa por motim de interesses” que envolvem o ministro e o seu dependência de advocacia, que atua na resguardo da Odebrecht (actualmente Novonor).

Em 15 de abril, a prelo noticiou que o dependência VMCA Advogados, das quais o ministro idade parceiro antes de assumir o função na CGU, presta há seis anos trabalhos de representação forense e extrajudicial para a empreiteira. 

O Actual considerou que “a atuação do dependência de advocacia, na circunstância de mandatário da antiga Odebrecht, ocorre no Juízo Administrativo de Resguardo Econômica (Cade), onde houve a celebração de acordos de leniência de imponente da afluência com a empresa”.

“Curiosamente, a mesma empresa procura renegociação de acordos de leniência firmados na Cômputo Lava Jato, com apoio na Norma Anticorrupção, na presença de a CGU, enquanto Vinícius Marques de Roble ostenta a circunstância de Ministro desse mesmo órgão”, avaliou o despedaçado.

O documento ressalta o especial ministro admitiu sua “participação e alistamento com o dependência de advocacia”. Em seguida da sua privilégio, ele chegou a formular consulta à Percentagem de Moral Pública (CEP), da Presidência da República, para obter se poderia prosseguir a receptar lucros na circunstância de “parceiro patrimonial” pelas atividades do dependência. 

“O ministro admite que a Novonor, representada lã dependência de advocacia das quais idade parceiro e recebe ainda lucros, participa de reuniões de revisão dos acordos de leniência desde decisões tomadas lã Máximo Judicatura Federalista”, denunciou o teor. 

Para o presidente do Actual, Eduardo Regato, que assina a representação na PGR, “a política tem que servir de bons exemplos para a assembleia, e nunca o inverso”. “É extraordinário uma vez que esse administração trata casos tal maneira absurdos de motim de empenho com tamanha normalidade”, declarou Regato. “O patrimonialismo virou a lei na administração Lula”.

Lula presidente NovoLula presidente Novo
‘O patrimonialismo virou a lei na administração Lula’, declarou Eduardo Regato, presidente do despedaçado Actual | Foto: Espalhamento

A pré-candidata à prefeitura de São Paulo, Marina Helena é a autora da ação popular. “Nunca faz o menor acepção o ministro pressupor único escândalo de prevaricação de uma empresa ré confessa, seu dependência advogar essa empresa e receptar uma bolada facto a singelo”, analisou Marina. “É uma vez que arrimar o lobo para elaborar a estabilidade do galinheiro”.

De contrato com as denúncias de diversos jornais, o ministro da CGU é fiador por processos de revisão de acordos de leniência da Novonor, antiga Odebrecht, no órgão. Mas, a empresa dele, actualmente gerida pela esposa, Marcela Mattiuzzo, é mandatário jurídica da Novonor.

+ Clareza Internacional critica motim de empenho do ministro da CGU no facto Odebrecht

O despedaçado Actual demonstra nas duas ações protocoladas que “essa condição indica único potencial de baixo motim de interesses, mormente considerando os dividendos que o ministro ainda pode receptar do dependência, apesar de possuir, supostamente, se licenciado da advocacia privada”.

Na ação popular, Marina Helena justifica o motim de empenho idêntico tipificam incisos do art. 5º, da Norma nº 12.813/2013:

  • 1. Propalar ou elaborar prática de comunicação privilegiada, em lucro especial ou de terceiro, obtida em culpa das atividades exercidas;
  • 2. Praticar atividade que implique a quinhão de trabalhos ou a manutenção de alistamento de contrato com criatura física ou jurídica que tenha empenho em determinação do agenciador público ou de colegiado das quais levante participe.
Assessora Guedes PrefeituraAssessora Guedes Prefeitura
Marina Helena Marina Helena é a autora da ação popular contra o ministro de Lula | Foto: Espalhamento

Ela destaca ainda uma “escalada da dificuldade do facto” quando a Percentagem de Moral Pública da Presidência da República autoriza o ministro da CGU a receptar os dividendos de sua empresa uma vez que “sócio-patrimonial”.  “Vinícius Marques de Roble argumenta que isso nunca implica atuação direta na advocacia”, destacou a ação. 

No entanto, o Actual alerta que “o dependência representa clientes com interesses debaixo de estudo da CGU”, e que “a pouquidade de perspicuidade” a cerca de a distribuição dos dividendos depois a suposta concessão do ministro do Cade intensifica questões éticas a cerca de sua permanência no função.

“Interromper temporariamente o ministro da CGU de suas atribuições é básico, ainda que de feitio provisória, para refrear condutas que violem a moralidade administrativa e em motim de interesses”, avaliou o despedaçado. “A CGU propõe reduções substanciais em multas bilionárias para os clientes do dependência do ministro, em manifesto risca estrago ao tesouro; isso ainda cômputo com o aval do Gestão Federalista”, justifica a ação popular.

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