O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta segunda-feira (11/5) que os casos de hantavírus registrados no Brasil não possuem qualquer relação com o surto identificado no navio de cruzeiro MV Hondius, que mobiliza autoridades sanitárias internacionais após mortes e suspeitas de transmissão entre pessoas.
Padilha reforçou que o vírus já é conhecido pelas autoridades brasileiras há décadas e destacou que a cepa detectada no cruzeiro nunca circulou no país.
“O hantavírus não é um vírus desconhecido, é um vírus conhecido por todos nós, diferente da Covid-19. No Brasil, a gente chega a ter entre 38, 40, 45 casos por ano. Nesse momento, nós temos sete casos por hantavírus que não têm qualquer relação com o hantavírus do cruzeiro, nem a cepa”, afirmou o ministro.
Segundo Padilha, a variante identificada no surto internacional pertence à chamada cepa andina, encontrada historicamente em regiões da Argentina e dos Andes, e associada a episódios raros de transmissão entre humanos.
O ministro também explicou que a transmissão mais comum da doença ocorre por meio da inalação de partículas presentes em fezes, urina ou saliva de roedores silvestres infectados.
“A gente tem toda a estrutura para identificar e genotipar. A OMS não considera risco de pandemia o que aconteceu nesse surto específico do cruzeiro”, declarou.
O que é o hantavírus
A hantavirose é uma doença viral transmitida principalmente pela inalação de partículas contaminadas por urina, fezes ou saliva de roedores silvestres infectados.
Entre os principais sintomas estão:
- febre;
- dores musculares;
- dor de cabeça;
- náusea e sintomas gastrointestinais;
- dificuldade respiratória;
- pressão baixa;
- e tosse seca.
O alerta internacional começou após a Organização Mundial da Saúde confirmar, na última quinta-feira (7/5), cinco casos de hantavírus entre pessoas ligadas ao navio de cruzeiro MV Hondius, da operadora Oceanwide Expeditions.
A embarcação transportava 147 pessoas — 88 passageiros e 59 tripulantes — durante uma viagem que passou por regiões remotas do Atlântico Sul. Desde 11 de abril, ao menos três passageiros morreram após apresentarem sintomas compatíveis com hantavirose.
Apesar da repercussão internacional, a OMS mantém a avaliação de que o risco para a população em geral permanece baixo.
Casos no Brasil
Nos últimos dias, estados brasileiros também confirmaram registros de hantavirose, mas autoridades sanitárias reforçam que eles não têm relação com o surto no cruzeiro.
Minas Gerais confirmou uma morte causada pela doença. A vítima era um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, que teve contato com roedores silvestres em uma lavoura.
Já o Paraná confirmou dois casos da doença e investiga outros 11.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta segunda-feira (11/5) que os casos de hantavírus registrados no Brasil não possuem qualquer relação com o surto identificado no navio de cruzeiro MV Hondius, que mobiliza autoridades sanitárias internacionais após mortes e suspeitas de transmissão entre pessoas.
Padilha reforçou que o vírus já é conhecido pelas autoridades brasileiras há décadas e destacou que a cepa detectada no cruzeiro nunca circulou no país.
“O hantavírus não é um vírus desconhecido, é um vírus conhecido por todos nós, diferente da Covid-19. No Brasil, a gente chega a ter entre 38, 40, 45 casos por ano. Nesse momento, nós temos sete casos por hantavírus que não têm qualquer relação com o hantavírus do cruzeiro, nem a cepa”, afirmou o ministro.
Segundo Padilha, a variante identificada no surto internacional pertence à chamada cepa andina, encontrada historicamente em regiões da Argentina e dos Andes, e associada a episódios raros de transmissão entre humanos.
O ministro também explicou que a transmissão mais comum da doença ocorre por meio da inalação de partículas presentes em fezes, urina ou saliva de roedores silvestres infectados.
“A gente tem toda a estrutura para identificar e genotipar. A OMS não considera risco de pandemia o que aconteceu nesse surto específico do cruzeiro”, declarou.
O que é o hantavírus
A hantavirose é uma doença viral transmitida principalmente pela inalação de partículas contaminadas por urina, fezes ou saliva de roedores silvestres infectados.
Entre os principais sintomas estão:
- febre;
- dores musculares;
- dor de cabeça;
- náusea e sintomas gastrointestinais;
- dificuldade respiratória;
- pressão baixa;
- e tosse seca.
O alerta internacional começou após a Organização Mundial da Saúde confirmar, na última quinta-feira (7/5), cinco casos de hantavírus entre pessoas ligadas ao navio de cruzeiro MV Hondius, da operadora Oceanwide Expeditions.
A embarcação transportava 147 pessoas — 88 passageiros e 59 tripulantes — durante uma viagem que passou por regiões remotas do Atlântico Sul. Desde 11 de abril, ao menos três passageiros morreram após apresentarem sintomas compatíveis com hantavirose.
Apesar da repercussão internacional, a OMS mantém a avaliação de que o risco para a população em geral permanece baixo.
Casos no Brasil
Nos últimos dias, estados brasileiros também confirmaram registros de hantavirose, mas autoridades sanitárias reforçam que eles não têm relação com o surto no cruzeiro.
Minas Gerais confirmou uma morte causada pela doença. A vítima era um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, que teve contato com roedores silvestres em uma lavoura.
Já o Paraná confirmou dois casos da doença e investiga outros 11.
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