
O patrocínio de R$ 300 mil concedido pela Prefeitura do Rio ao evento em comemoração aos 30 anos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no estado foi alvo de críticas na Câmara do Rio durante a sessão desta terça-feira (04), que marcou a retomada dos trabalhos legislativos após o recesso parlamentar.
O tema foi levado ao plenário pelo vereador Rogério Amorim (PL), que questionou a destinação dos recursos públicos ao “Arraiá dos 30 Anos do MST do Rio de Janeiro”. Durante o discurso, o parlamentar exibiu o extrato do termo de patrocínio firmado pela Secretaria Municipal da Casa Civil.
“É um tapa na cara do contribuinte. A prefeitura pegou R$ 300 mil dos cariocas para patrocinar o arraiá dos 30 anos do MST. Com esse dinheiro, seria possível atender outras prioridades da população”, afirmou.
De acordo com o documento apresentado pelo vereador, o termo de patrocínio foi assinado em 29 de julho de 2026 entre o Município do Rio, por meio da Secretaria Municipal da Casa Civil, e a Escola Estadual de Formação e Capacitação à Reforma Agrária (ESESF), responsável pela realização do evento.
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