Maicon Lacerda, gerente de Negócios de Inovação e Tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) , foi um dos convidados do Metrópoles Talks “Brasil Industrializado – Inovação, Produtividade e Competitividade para a Nova Indústria”, desta quinta-feira (2/7), e falou sobre o tema do ponto de vista técnico, essencial para a produtividade industrial.
O evento, que aconteceu no Ulysses Centro de Convenções, em Brasília (DF), busca apontar caminhos para uma indústria mais forte e preparada para os desafios globais, em uma iniciativa do Metrópoles, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).
“A vida do empresário não é simples. O Senai é o braço técnico que apoia no dia a dia, no chão de fábrica, em seus diversos desafios, principalmente aqueles que as micro, pequenas e médias indústrias têm no país. E temos tentado sempre apoiá-los num direcionamento muito técnico para trazer soluções. O nosso papel é auxiliar na implementação dessas políticas públicas na ponta”, declarou Lacerda.
O gerante disse que o caminho que o Senai segue é o que faz sentido para o empresário e que envolve o mínimo de esforço com o maior resultado possível.
“Os desafios dos empresários muitas vezes vêm de uma série de fatores externos, questões tributárias, de acesso ao mercado, logística externa. A empresa até pode se preparar para isso, com um bom planejamento, numa estratégia de modelagem de novos produtos, pensar em formas de tirar impedimentos de acesso a mercados, mas normalmente esse é um caminho que por si só não ela consegue gerar todo o impacto necessário para ser mais competitiva”, analisou o gerente.
Segundo o especialista, os fatores internos são mais controláveis e, uma vez identificados, as empresas podem gerar um impacto direto na competitividade da indústria com medidas próprias.
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Para ele, um dos elementos principais que influencia na produtividade das empresas é o combate ao desperdício. “Quando a indústria começa a ter clareza de onde vem desperdício em seu processo produtivo ela se assusta, porque geralmente tem um volume muito grande, de excesso de movimentação, transporte, e atividades que não agregam valor. Aí a gente ajuda essa indústria a priorizar o importante”.
“A padronização de processos é um grande gargalo que identificamos hoje do ponto de vista de produtividade. A falta de adoção de técnicas, de manufatura enxuta, por exemplo, mas para isso tem todo um método, uma lógica a ser seguida. Não faz sentido orientar uma empresa a pensar em automação, sensoriamento, robotização, se o processo não está bem estruturado e padronizado. Para padronizar existem técnicas e ferramentas que o Senai sempre vem fazendo em conjunto com os parceiros aqui presentes [MDIC, CNI, Fibra, ABDI]”, pontuou Lacerda.
Outro gargalo destacado pelo gerente do Senai é a formação de pessoas, uma vez que o país precisaria cada vez mais capacitar as pessoas, não só para ocupações tradicionais, mas para novas, voltadas especialmente às novas tecnologias.
“Nesse ponto de vista técnico do Senai a gente tem procurado sempre apoiar as indústrias a conseguir identificar esses gargalos, influenciando consequentemente o aumento da produtividade da indústria nacional”, completou.
Maicon Lacerda, gerente de Negócios de Inovação e Tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) , foi um dos convidados do Metrópoles Talks “Brasil Industrializado – Inovação, Produtividade e Competitividade para a Nova Indústria”, desta quinta-feira (2/7), e falou sobre o tema do ponto de vista técnico, essencial para a produtividade industrial.
O evento, que aconteceu no Ulysses Centro de Convenções, em Brasília (DF), busca apontar caminhos para uma indústria mais forte e preparada para os desafios globais, em uma iniciativa do Metrópoles, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).
“A vida do empresário não é simples. O Senai é o braço técnico que apoia no dia a dia, no chão de fábrica, em seus diversos desafios, principalmente aqueles que as micro, pequenas e médias indústrias têm no país. E temos tentado sempre apoiá-los num direcionamento muito técnico para trazer soluções. O nosso papel é auxiliar na implementação dessas políticas públicas na ponta”, declarou Lacerda.
O gerante disse que o caminho que o Senai segue é o que faz sentido para o empresário e que envolve o mínimo de esforço com o maior resultado possível.
“Os desafios dos empresários muitas vezes vêm de uma série de fatores externos, questões tributárias, de acesso ao mercado, logística externa. A empresa até pode se preparar para isso, com um bom planejamento, numa estratégia de modelagem de novos produtos, pensar em formas de tirar impedimentos de acesso a mercados, mas normalmente esse é um caminho que por si só não ela consegue gerar todo o impacto necessário para ser mais competitiva”, analisou o gerente.
Segundo o especialista, os fatores internos são mais controláveis e, uma vez identificados, as empresas podem gerar um impacto direto na competitividade da indústria com medidas próprias.
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Para ele, um dos elementos principais que influencia na produtividade das empresas é o combate ao desperdício. “Quando a indústria começa a ter clareza de onde vem desperdício em seu processo produtivo ela se assusta, porque geralmente tem um volume muito grande, de excesso de movimentação, transporte, e atividades que não agregam valor. Aí a gente ajuda essa indústria a priorizar o importante”.
“A padronização de processos é um grande gargalo que identificamos hoje do ponto de vista de produtividade. A falta de adoção de técnicas, de manufatura enxuta, por exemplo, mas para isso tem todo um método, uma lógica a ser seguida. Não faz sentido orientar uma empresa a pensar em automação, sensoriamento, robotização, se o processo não está bem estruturado e padronizado. Para padronizar existem técnicas e ferramentas que o Senai sempre vem fazendo em conjunto com os parceiros aqui presentes [MDIC, CNI, Fibra, ABDI]”, pontuou Lacerda.
Outro gargalo destacado pelo gerente do Senai é a formação de pessoas, uma vez que o país precisaria cada vez mais capacitar as pessoas, não só para ocupações tradicionais, mas para novas, voltadas especialmente às novas tecnologias.
“Nesse ponto de vista técnico do Senai a gente tem procurado sempre apoiar as indústrias a conseguir identificar esses gargalos, influenciando consequentemente o aumento da produtividade da indústria nacional”, completou.
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