“Singulto”: boletim de Bolsonaro traz quadro de soluços acima da média

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece em acompanhamento médico domiciliar e apresentou aumento no quadro das crises de soluço (singulto) nos últimos sete dias, segundo boletim divulgado nesta sexta-feira (5/6). O ex-presidente cumpre prisão domiciliar desde o dia 27 de março, quando teve alta do Hospital DFStar, em Brasília.

De acordo com o relatório, Bolsonaro está no 35º dia de pós-operatório de uma cirurgia realizada no ombro direito e continua sob monitoramento das condições crônicas de saúde já diagnosticadas.

O documento informa que os episódios de soluço ocorreram acima da média habitual. O aumento na frequência das crises de Bolsonaro levou à manutenção de doses elevadas das medicações específicas para o controle do quadro, além da recomendação de uma dieta rigorosa com baixo teor de acidez.

O ex-presidente Jair Bolsonaro
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O ex-presidente Jair Bolsonaro

Fábio Vieira/ Metrópoles

Ex-presidente Jair Bolsonaro
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Ex-presidente Jair Bolsonaro

Breno Esaki/Metrópoles

Bolsonaro foi indiciado pela PF em julho no caso das joias; CGU pediu  elementos usados como provas ao STF
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Bolsonaro foi indiciado pela PF em julho no caso das joias; CGU pediu elementos usados como provas ao STF

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Bolsonaro relata fadiga após procedimento

Ainda segundo o boletim, o ex-presidente apresenta estabilidade do ponto de vista cardiológico. Ele relata apenas cansaço leve e fadiga durante esforços moderados, além de desconforto ao realizar movimentos de flexão e abdução do ombro direito, região que passou por procedimento cirúrgico.

O documento também aponta que a pressão arterial permanece controlada. No entanto, Bolsonaro segue apresentando instabilidade crônica do equilíbrio corporal, motivo pelo qual continua adotando medidas preventivas para reduzir o risco de quedas.

Já na avaliação respiratória, os médicos registraram a manutenção de uma alteração residual na base do pulmão esquerdo, sem mudanças em relação aos exames anteriores. O quadro foi descrito como estável.

Bolsonaro está em prisão domiciliar temporária de 90 dias. A previsão é de que ele fique em casa como parte do cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses por trama golpista até que se recupere de problemas de saúde. Após o vencimento do prazo, Moraes analisará o retorno dele para a Papudinha.



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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece em acompanhamento médico domiciliar e apresentou aumento no quadro das crises de soluço (singulto) nos últimos sete dias, segundo boletim divulgado nesta sexta-feira (5/6). O ex-presidente cumpre prisão domiciliar desde o dia 27 de março, quando teve alta do Hospital DFStar, em Brasília.

De acordo com o relatório, Bolsonaro está no 35º dia de pós-operatório de uma cirurgia realizada no ombro direito e continua sob monitoramento das condições crônicas de saúde já diagnosticadas.

O documento informa que os episódios de soluço ocorreram acima da média habitual. O aumento na frequência das crises de Bolsonaro levou à manutenção de doses elevadas das medicações específicas para o controle do quadro, além da recomendação de uma dieta rigorosa com baixo teor de acidez.

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Bolsonaro relata fadiga após procedimento

Ainda segundo o boletim, o ex-presidente apresenta estabilidade do ponto de vista cardiológico. Ele relata apenas cansaço leve e fadiga durante esforços moderados, além de desconforto ao realizar movimentos de flexão e abdução do ombro direito, região que passou por procedimento cirúrgico.

O documento também aponta que a pressão arterial permanece controlada. No entanto, Bolsonaro segue apresentando instabilidade crônica do equilíbrio corporal, motivo pelo qual continua adotando medidas preventivas para reduzir o risco de quedas.

Já na avaliação respiratória, os médicos registraram a manutenção de uma alteração residual na base do pulmão esquerdo, sem mudanças em relação aos exames anteriores. O quadro foi descrito como estável.

Bolsonaro está em prisão domiciliar temporária de 90 dias. A previsão é de que ele fique em casa como parte do cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses por trama golpista até que se recupere de problemas de saúde. Após o vencimento do prazo, Moraes analisará o retorno dele para a Papudinha.

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