Entre escolha de síndico, troca de figurinhas e venda de imóveis, o grupo de WhatsApp dos moradores do Solar de Brasília, no Jardim Botânico (DF), está em meio a mais uma acalorada discussão que tem novamente como personagem principal o vizinho mais conhecido: o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar na casa onde mora no condomínio.
Agora, a troca de mensagens envolve também o deputado federal André Janones (Rede-MG) e uma mulher que fez um ato isolado em apoio ao ex-presidente.
Janones passou a ser “debatido” pelos moradores depois que ele revelou ao Metrópoles a intenção de alugar um imóvel no Solar de Brasília e instalar um QG de campanha por lá. O propósito? Incomodar Bolsonaro.
“O objetivo é ter uma casa, fazer um QG para a eleição presidencial no mesmo condomínio do Bolsonaro para fazer a vida dele um inferno, fazer o enfrentamento, mostrar que nós não temos medo e que sabemos jogar o mesmo jogo que eles”, afirmou Janones na última sexta-feira (19/6), durante evento em Divinópolis (MG).
A declaração provocou reações imediatas: “Só Jesus na causa. Que bom que ele declarou isso ao público. A chance de negarem a locação para ele é altíssima. E o síndico pode intervir”, disse um morador.
“Ora, se ele vai fazer a vida do Bolsonaro um inferno, que está preso, dentro de casa, imagina de nós vizinhos que podemos circular livremente”, reclamou outro.
Ato solitário de Lili Carabina
Já uma apoiadora do ex-presidente, já conhecida entre bolsonaristas, a pastora Lili Carabina, fez um ato em frente à guarita na entrada do condomínio (foto em destaque). A manifestação dividiu opiniões.
“Mas gente, que mal faz essa humilde senhora que faz suas orações do lado de fora do condomínio? Ela só ora e quando acaba recolhe sua bandeirinha e depois vai embora”, ponderou uma das vizinhas. “Comete crime de desobediência, senhora. Ainda há lei neste país”, ressaltou um morador. “A porta do condomínio no qual moramos não é igreja. Que essa senhora vá rezar em outro local”.
De fato, o ato de Lili Carabina é irregular: o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu qualquer manifestação em um raio de 1 km da residência do ex-presidente, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Confira mensagens no zap do condomínio:
Entre escolha de síndico, troca de figurinhas e venda de imóveis, o grupo de WhatsApp dos moradores do Solar de Brasília, no Jardim Botânico (DF), está em meio a mais uma acalorada discussão que tem novamente como personagem principal o vizinho mais conhecido: o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar na casa onde mora no condomínio.
Agora, a troca de mensagens envolve também o deputado federal André Janones (Rede-MG) e uma mulher que fez um ato isolado em apoio ao ex-presidente.
Janones passou a ser “debatido” pelos moradores depois que ele revelou ao Metrópoles a intenção de alugar um imóvel no Solar de Brasília e instalar um QG de campanha por lá. O propósito? Incomodar Bolsonaro.
“O objetivo é ter uma casa, fazer um QG para a eleição presidencial no mesmo condomínio do Bolsonaro para fazer a vida dele um inferno, fazer o enfrentamento, mostrar que nós não temos medo e que sabemos jogar o mesmo jogo que eles”, afirmou Janones na última sexta-feira (19/6), durante evento em Divinópolis (MG).
A declaração provocou reações imediatas: “Só Jesus na causa. Que bom que ele declarou isso ao público. A chance de negarem a locação para ele é altíssima. E o síndico pode intervir”, disse um morador.
“Ora, se ele vai fazer a vida do Bolsonaro um inferno, que está preso, dentro de casa, imagina de nós vizinhos que podemos circular livremente”, reclamou outro.
Ato solitário de Lili Carabina
Já uma apoiadora do ex-presidente, já conhecida entre bolsonaristas, a pastora Lili Carabina, fez um ato em frente à guarita na entrada do condomínio (foto em destaque). A manifestação dividiu opiniões.
“Mas gente, que mal faz essa humilde senhora que faz suas orações do lado de fora do condomínio? Ela só ora e quando acaba recolhe sua bandeirinha e depois vai embora”, ponderou uma das vizinhas. “Comete crime de desobediência, senhora. Ainda há lei neste país”, ressaltou um morador. “A porta do condomínio no qual moramos não é igreja. Que essa senhora vá rezar em outro local”.
De fato, o ato de Lili Carabina é irregular: o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu qualquer manifestação em um raio de 1 km da residência do ex-presidente, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Confira mensagens no zap do condomínio:
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